segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Pavê de doce de leite, cacau e nozes


É um pouquinho trabalhoso? Sim! 2010 vale o esforço? Sim! Então, faça e receba o novo ano com açúcar e muito afeto. 

Quando a ideia deste doce começou a se esboçar, achei meio estrambótico usar waffer. O resultado surpreendeu. Adoramos o resultado.



Ingredientes do creme de doce de leite
2 latas de leite condensado
100ml de creme de leite (meia caixa)

Ingredientes do creme de cacau
4 colheres de sopa bem cheias de manteiga
8 colheres de açúcar (usei mascavo)
6 colheres de sopa de cacau em pó
2 caixinhas de creme de leite
1 colher de sopa de essência de baunilha

3 pacote de biscoitos tipo waffer, de chocolate com nozes ou avelãs
120g de nozes picadas

Modo de fazer o creme de doce de leite:
1. Coloque as latas de leite condensado na panela de pressão. Quando der pressão, conte 40 minutos e desligue. Espere esfriar.
2. No liquidificador, bata o doce de leite com o creme de leite. Reserve.

Dica: se preferir, use doce de leite pronto.

Modo de fazer o creme de cacau:
1. Com uma colher ou espátula, bata a manteiga com o açúcar.
2. Agregue o cacau e a baunilha e misture bem.
3. Acrescente do creme de leite. O resultado é um creme líquido.

Montagem (use uma travessa funda):
1ª camada: coloque metade do creme de cacau.
2ª camada: biscoitos.
3ª camada: coloque pouco menos de metade do creme de doce de leite. Cubra com metade das nozes.
4ª camada: biscoitos.
5ª camada: o restante do creme de cacau.
6ª camada: o restante dos biscoitos, grosseiramente esfarelados nas pontas do dedos.
7ª camada: o restante do creme de leite. Finalize a segunda metade das nozes.


Beijão e boas festas!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Um toque especial na mesa de Natal: fácil, fácil


As luzes não precisam estar apenas na árvore de Natal. Na decoração da mesa, elas dão um toque bem interessante. Além do que, esta dica não requer qualquer habilidade.


Comprei um jogo de bolas luminosas e o coloquei dentro de um recipiente de vidro, de sobremesa (use o que tiver). Tentei tirar a foto com as luzes acesas, mas não ficou bom. O efeito, garanto, é muito legal.


Os guardanapos também ganham um toque natalino. Basta prendê-los com lacinhos comprados prontos em lojinhas de R$ 1,99!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Bolos de aniversário

Em 2009, fiz 40 anos. Lá em maio. Comemorei muitas vezes, porque 40 anos é uma idade emblemática. Pode significar o início de alguma coisa, novas rotas e rumos. Pode vir a ser a entrada em uma fase boa, madura, equilibrada, ou boa e desequilibrada, ou ruim, etc. O início ou o fim. Descida da ladeira. Subida em telhados, espreita, idade da loba. Ou simplesmente, por que não?, um ano a mais. 


De qualquer maneira, eu estava bem contente e fiz, se não estou enganada, três comemorações. Os bolos são de duas delas. Este de cima é de uma Confraria, ampliada, com a participação de vários amigos queridos. A receita está aqui, no bolo da Anaís. A diferença é que, para o meu, fiz o dobro de musse e a usei, também como cobertura.

O segundo é um bolo cênico. Além de mim, quatro amigos (André, Andréa, Andréia e Rosélia) fizeram 40 este ano e resolvemos barbarizar juntos. Fechamos um restaurante, convidamos um monte de gente e nos divertimos muito em uma festa anos 60. 

Se repararem no bolo, verão que nossas roupas são de época (com elas, tiramos as fotos para o convite) e que há um astronauta fazendo figuração em cima de uma lua. Eu sou aquela de vestido bem colorido.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Salada com frango, feta, fruta...

Com o calorão que faz em Porto Alegre, só uma salada para animar. Esta eu fiz com o tinha à mão. A ideia era não ter muito trabalho e servir um prato único e apetitoso.

Ingredientes (para duas pessoas):
4 círculos de massa para pastel pronta (tamanho pequeno)
200g de peito de frango sem pele e sem gorduras cortado em cubos
1 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem
sal a gosto
pimenta-do-reino a gosto
100g de queijo feta cortado em cubos
2 tomates firmes cortados em 8 pedaços
4 folhas de alface americada rasgadas
Gomos de 2 bergamotas
Azeitonas pretas para enfeitar
sal e azeite de oliva pra finalizar

Modo de fazer:
1. Pegue dois círculos de massa para pastel, sobreponha-os levemente, formando a figura de um 8. Faça o mesmo com OS dois círculos restantes. Leve ao forno moderado até ficarem levemente dourados. Reserve.
2. Aqueça levemente 1 colher de sopa de azeite e doure o frango, temperado com sal e pimenta-do-reino. Deixe esfriar.
3. Misture o frango, o queijo, os tomates, a alface, os gomos de bergamota. Tempere com sal e azeite.
4. Sirva em porções individuais, em cumbucas, e decore com a massinha assada e as azeitonas.

domingo, 25 de outubro de 2009

Croissant bem fácil

Na Confraria Vive la France, não poderia faltar este clássico francês. A receita é muito simples e o resultado, surpreendente. A ideia é da culinarista gaúcha Rosaura Fraga, que tem uma característica de que gosto bastante: suas sugestões sempre dão certo.

Minha primeira tentativa de fazer croissants foi há muitos anos (muitos mesmo). A receita era uma coisa louca. No total, quase 24 horas na função, para um resultado pífio. Anos depois, uma colega de trabalho passou-me nova receita, mas parecia mais um pãozinho fofo do que croissant. Desisti até que vi esta receita, que passou a ser "a" receita.

Ingredientes para a massa:
3 xícaras de farinha de trigo (aproximadamente)
1 colher de sopa cheia de fermento biológico instantâneo (10g)
3 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente

2 colheres de sopa rasas de açúcar
2 ovos batidos ligeiramente
1 colherinha de sal
½ xícara de água em temperatura ambiente

Ingredientes para folhar a massa:
100g de manteiga em temperatura ambiente
1 colher de sopa de farinha de trigo

Complemento:
1 ovo batido para pincelar

Modo de fazer a massa:
1. Em uma tigela, coloque ½ xícara de farinha de trigo, misture o fermento e o açúcar, misture bem.
2. Coloque sal, água, ovos, 3 colheres de sopa de manteiga e bata bem com uma colher. Junte farinha aos poucos, passe para a mesa e continue amassando, desta vez co
m a mão, sempre polvilhando farinha de trigo.
3. Trabalhe na mesa para alisar, faça uma bola de massa e coloque em uma tigela polvilhada com farinha de trigo.
4. Polvilhe farinha de trigo, cubra com um saco plástico e um pano de prato e deixe descansar por 40 minutos.
5. Enquanto isso... em uma tigelinha, misture 100g de manteiga com 1 colher de sopa de farinha de trigo e reserve.
6. Abra a massa com um rolo e espalhe pedaços da manteiga com farinha re
servada sobre ela.
7. Dobre a massa como se fosse um pacote, para a manteiga não sair. Abra novamente com o rolo em mesa polvilhada com farinha, virando-a dos dois lados. Procure deixá-la no formato de um retângulo, com cerca de 1cm de espessura.

8. Corte dez triângulos (se preferir, faça menores), enrole como croissant, da parte mais larga para a mais estreita. Puxe as pontas levemente para os lados e acomode na assadeira untada e polvilhada com farinha de trigo, com a ponta fina para baixo (isso evita que se abra).
9. Aqueça o forno em temperatura média/baixa por 10 minutos, enquanto a massa cresce.
10. Pincele com ovo batido e asse por 15 minutos, até dourar.

Dica: caso a fôrma fique cheia de gordura , ignore, pois o pão vai sorver tudo.

sábado, 10 de outubro de 2009

Profiteroles com calda de chocolate da Betina

Este é outro dos mais votados na Confraria Vive la France! Betina contou que fez testes antes, usou amigos como "cobaias" (eles devem ter reclamado muito hehehe), tudo para não errar na Confraria. O resultado ficou maravilhoso.

Ingredientes:
100 gramas de manteiga
250 ml de água
150 gramas de farinha
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de açúcar
2 ovos


Ingredientes da calda:
200 g de Nescau em pó (não levem a mal a propaganda, mas mudando o achocolatado muda a consistência e não tenho certeza do sucesso da receita. Sem falar na alteração do gosto também)
100 g de manteiga – SEM SAL
1 ovo (inteiro)

1 lata de creme de leite


Para acompanhar/rechear:
sorvete de creme


Modo de fazer a massa:

1. Misture a manteiga e a água e leve ao fogo até levantar fervura, retire do fogo.
2. Agora junte a farinha peneirada o sal e o açúcar e bata até misturar ficar lisa.

3. Retorne a panela ao fogo até a mistura começar a secar e formar uma bola, soltando do fundo da panela. Desligue o fogo e acrescente os ovos aos poucos, misturando e batendo até a pasta engrossar e ficar brilhante.

4. Para fazer as pequenas bombinhas, use um saco de confeiteiro ou um saco plástico de culinária e corte o bico.

5. Unte uma assadeira e deixe-a um tempo na geladeira.

6. Faça pequenos bolinhas, coloque-os na assadeira, afastados um do outro. Elas vão crescer no forno e você não vai querer que elas colem umas nas outras. Pincele o topo de cada uma delas com uma mistura de água e ovo batido e leve ao forno 200 graus por cerca de 20 minutos ou até ficarem douradas como brioches.


Como fazer a calda:

1. Derreta a manteiga até ficar líquida.
2. Depois de derretida, adicione o chocolate em pó, juntamente com o ovo. Misture até formar uma pasta de chocolate.

3. Uma vez, bem misturado, adicione o creme de leite. Mexa bem até ficar uma calda líquida.


Bem, o sorvete é de creme mesmo. Então, cada um pode comprar aquele de que mais gostar ou convier (sim, me referi financeiramente, rsrrs).


Bem galera, era isso. Espero que aproveitem.

domingo, 4 de outubro de 2009

Quiche de abobrinha com pimentão vermelho da Márcia

Esta quiche da Márcia foi um dos sucessos da Confraria Sem Nome de setembro, cujo tema foi Vive la France! Campeã absoluta na lista da Anaís, que teria devorado a quiche sozinha de bom grado.

Ingredientes do recheio:
2 abobobrinhas italianas médias
1/2 pimentão vermelho
1 cebola média
3 ovos
200g de nata
50g de queijo parmesão
orégano a gosto

Ingredientes da massa:
5 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de sal
200g de margarina
1/2 copo de óleo de soja

Modo de fazer o recheio:
1. Pique a abobrinhas e refogue-as com a cebola e os pimentões também picados.
2. Coloque os demais ingredientes e misture bem para que a nata se dissolva por igual. Reserve.

Modo de fazer a massa:
1. Coloque a farinha em uma tigela, junte o sal e o açúcar e, aos poucos, vá adicionando a margarina e o óleo até dar ponto de uma massa lisa.
2. Deixe na geladeira por 15 minutos para descansar.
3. Tire da geladeira e estique com rolo na espessura de 1/2 cm.
4. Forre o fundo e os lados de uma fôrma (não precisa untar), coloque o recheio e asse em forno médio por 20 minutos.

domingo, 27 de setembro de 2009

Mundo da Lua Tapiocaria

– É a primeira vez que venho aqui, podes me ajudar com o cardápio?
– É meu primeiro dia de trabalho, também não conheço.
Esse foi o diálogo inicial travado com o garçom. Parece que o jantar não vai ser muito promissor... Mas como a decoração é muito simpática, simples, mas inventiva ao usar vários elementos da cultura popular de Pernambuco, demos um voto de confiança.

Fã de tapioca que sou, gostei de saber que abriu um restaurante especializado em Porto Alegre. O Mundo da Lua Tapiocaria apresenta-se como "fusion cuisine artesanal". Achei pomposo e fiquei com medo de não encontrar opções básicas. Não encontrei. Não sou especialista, mas sei do que gosto. E gosto de tapioca em que eu possa sentir o gosto da massa, que ele não se dilua em uma confusão de recheios.

As tapiocas do Mundo da Lua são hiper-recheadas. Recheios incrementados. Estava lá o queijo coalho, mas acompanhado de uma legião de outros ingredientes que deixaram a "tapioca basicona" nada básica, por exemplo. Muitos queijos, cogumelos, cremes, molhos. Tudo bem, é "fusion". E mais a velha história de adaptar pratos internacionais ou regionais ao malogrado gosto local. Quando chegaram as tapiocas, fiquei convicta de que o gosto local não admite temperos. Apesar do uso de ingredientes de qualidade, faltou personalidade. Nada ali lembrava de longe um prato nordestino, as maravilhosas tapiocas que se comem nas feiras.

Ponto para os escondidinhos, em versões com jerimum no lugar da macaxeira. Muito saborosos, tempero no ponto. Perfeita combinação do camarão e do queijo gratinado em um purê cremoso. O de carne de sol também recebeu elogios, mas aí eu "toco de ouvido", pois não como carne, mas confio nos informantes hehehe.

Faltava ainda provar tapioca doce. O blog do restaurante tinha uma foto muito bonita de uma tapioca de banana e eu estava me guardando para ela. A decepção foi grande quando recebi na mesa um prato que nada tinha a ver com a foto. No blog, as rodelas de bananas eram firmes e na minha tapioca elas tinham passado do ponto, vinham se desmanchando. A de morango não deixou melhor impressão, pois estava excessivamente doce. Além disso, a massa estava "puxando" demais.

Esqueçamos a comida propriamente e voltemos ao início deste post. O garçom estava no primeiro dia de trabalho. Sem problemas se, pela resposta, ele não tivesse deixado claro que não fora treinado.

Em minha humilde opinião, boa parte do sucesso de um restaurante, bar, boteco, o que seja, deve-se ao atendimento. Somando-se falta de treinamento a comidas não muito conhecidas por aqui, o resultado pode ser um desastre. Nós, que estávamos na mesa, conhecíamos o mínimo, e o cardápio, inteligentemente, traz um miniglossário com os ingredientes mais, digamos, exóticos.

Nada disso compensou, no entanto, a bendita falta de treinamento, não só do garçom, mas do pessoal da cozinha. Os pratos vieram em tempos totalmente diferentes. Éramos cinco à mesa e não houve sincronia no pedido de ninguém. Com isso, um estava acabando e o outro recém recebendo seu jantar... E eu fui a premiada. O garçom esqueceu-se de trazer minha bebida, não anotou meu pedido de jantar e, claro, para não fugir à regra, não registrou a sobremesa.

Todos na mesa acabando de comer, não por falta de educação ou solidariedade, mas para não esfriar, e eu olhando as paredes, com o estômago murcho de tanta fome.

O local tem várias opções de tapiocas doces e salgadas. Provamos, no total, umas seis. Algumas agradaram mais, outras menos, mas não houve "oohhhhs". As opções de bebidas são vinhos e espumantes (garrafas ou taças), cervejas nacionais e algumas uruguaias, refrigerantes. Por duas tapiocas e duas taças de vinho, minha conta ficou em torno de R$ 25,00.

Saímos todos de lá com uma vontade enorme de comer tapioca.

Mundo da Lua Tapiocaria
Rua Lima e Silva, 952 – Cidade Baixa, Porto Alegre
Fone (51) 3907-2610
De terça a sábado, a patir das 17h

domingo, 20 de setembro de 2009

Voilá – Confraria Vive la France!

O Ano da França no Brasil não passou em branco na Confraria Sem Nome. Passou em branco, vermelho e azul. Até nós, confrades, ficamos surpresos com a qualidade e a quantidade de sugestões trazidas. Cada um fez sua pesquisa e, ali abaixo, vocês verão que não faltaram clássicos deliciosos.

A decoração seguiu as cores da bandeira. Da toalha, feita com TNT, aos
guardanapos – ideia do Gaspar – colocados em aquários (daqueles que eu uso para tudo). A Carol produziu minibandeiras com o nome do prato preparado por ela e pelo Rubi e também levou uma pequena Torre Eifel, porque sem torre não dá, concordam?

Cada lembrou um detalhe. Estavam lá coisas que consideramos ícones franceses: vinho, queijos, baguete, uvas. Eu também preparei uma jarra de clericot, mas me esqueci de fotografar.

Ana e Gaspar foram os mais "franceses" do encontro
. Ele, muito criativo, conseguiu sobrepor roupas em azul, vermelho e branco no melhor estilo casual chique. A Ana foi a própria francesinha moderna e estilosa de minissaia envelope com corte reto. O toque especial ficou por conta do lencinho no pescoço; novamente, as cores da bandeira.

Márcia, Ana e Betina se lembraram ainda da trilha sonora. A noite, além da bebida, da comida e do ótimo papo de sempre, estava envolvida pelo cancioneiro francês.

Crudité do Gaspar e do Osmar.

Quiche de tomates secos e azeitonas do Leandro.

Quiche de abobrinha e pimentão vermelho da Márcia.

Na foto maior, canapés quentes de cebola. Abaixo, pastas de atum e kani kama para canapés frios. Produções da Ana e da Ane.

Meu crepe suzette.

Croque-monsieur da Carol e do Rubi.

Meu petit gateau. Ontem não ficou assim. Não acertei o ponto e o centro ficou mole, mas não líquido. Como não fiquei com fotos, hoje tentei novamente e consegui.
Depois conto melhor a história.


Profiteroles com sorvete de creme e calda de chocolate da Betina. O Daniel e o Rogério trouxeram sorvete de creme para acompanhar os petits, o crepe suzette e os profiteroles.

Meus croissants.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Batida light de iogurte com ameixa, banana e fibras

Esta receita é supersimples, rápida de fazer, mas exige planejamento, pois as ameixas precisam ficar de molho por uma noite. Mas se você conseguir aquelas bem, bem macias, não é preciso.

A ideia me veio em uma manhã supreendente
de calor para esta época do ano. Eu estava me sentindo muito saudável, ou melhor, com vontade de estar muito saudável. Nessas horas, nada melhor que coisas naturais. De qualquer modo, vale porque é bom.

Ingredientes:
1 copo de 200ml de iogurte desnatado

1/2 banana nanica
5 ameixas pretas demolhadas sem semente (deixe de molho durante a noite)

1 colher de chá de linhaça

1 colher de sopa de aveia em flocos

Adoçante a gosto


Modo de fazer:
1. Bata tudo no liquidificador.
2. Sirva.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Salada de beterrada, laranja, salsão e nozes

Começa a esquentar e dá mais vontade de comer saladas, mais elaboradas. No frio, eu como legumes e verduras em sopas e refogados. Salada, só umas folhas verdes, um tomatinho, para apaziguar a consciência.

Esta que preparei é bem simples, rápida e dá um efeito bonito na mesa. É da série "era-o-que-tinha-na-geladeira".


Ingredientes:

3 beterrabas médias

2 laranjas para suco

2 colheres de sopa de salsão fatiado fino

2 colheres de sopa de nozes picadas

1 fio de azeite de oliva extravirgem

Sal a gosto


Modo de fazer:

1. Cozinhe as beterrabas, mas cuide para deixá-las firmes. Deixe esfriar.

2. Descasque e fatie finamente as laranjas.

3. Fatie as beterrabas.

4. Em um prato redondo, faça um círculo com as rodelas de laranja. No miolo do prato, ajeite as fatias de beterraba.

5. Salpique com o salsão e as nozes.

6. Tempere com o azeite e o sal.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Cupcakes de banana e castanha-do-pará ou Os primeiros cupcakes a gente nunca esquece

Mais uma do aniversário da Anaís. Fazia muito eu planejava fazer cupcakes, mas por um motivo ou outro, deixava de lado. Achol lindas as fotos, sempre que vejo em revistas, livros e blogs. E também tinha dúvidas sobre como assar, o tipo de fôrma. Usei forminhas de papel, comuns. Não untei e as coloquei em forminhas de pão de mel para não se desengonçarem no forno.

Esta receita é do livro
Perfect baking. Se vocês encontrarem esta coleção, que traz cerca de cem receitas em cada tema, comprem, é ótima. Tive a sorte de comprar vários livros na Saraiva, por R$ 12,90, acreditam?

Importante: não usei a cobertura da receita, que era manteiga batida com açúcar de confeiteiro. Aproveitei a cobertura do bolo de aniversário, juntei corante rosa e confeitos prateados e o resulto é este aí. Na foto que ali embaixo, há outros cupcakes, de milho, de que falarei em outro post. Novamente, contei com minhas amigas Betina e Ana Paula, as fotógrafas do evento.


Ingredientes:
225g de farinha de trigo comum
1 1/4 colher de sopa de fermento para bolo
1/4 de colher de sopa de bicarbonato de sódio
2 bananas maduras (usei bananas caturras)
8 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente
115g de açúcar (usei demerara)
1/2 colher de sopa de essência de baunilha
2 ovos levemente batidos
4 colheres de sopa de sour cream (fiz misturando 1/2 xícara de creme de leite fresco com 1/2 colhere de sopa de suco de limão)
55g de castanhas-do-pará (no original, noz-pecã) grosseiramente picadas

Cobertura:
Usei a cobertura do bolo; também pode ser feita uma ganache de chocolate branco, colorizada posteriormente com corante em pó rosa
Confeitos

Modo de fazer:
1. Coloque a forminhas de papel dentro das fôrmas de pão de mel ou, se preferir, use fôrmas de muffins untadas.
2. Peneire juntos a farinha, o fermento e o bicarbonato de sódio. Reserve.
3. Em um prato, descasque as bananas e esmague-as com um garfo. Reserve.
4. Em uma tigela, junte a manteiga, o açúcar e a essêcia de baunilha. Bata até ficar bem fofo (pode ser usada a batedeira).
5. Gradualmente, junte os ovos à mistura de manteiga, batendo bem após cada adição. Depois, acrescente as bananas e o sour cream.
6. Usando uma colher de metal, junte essa mistura à farinha peneirada. Por fim, acrescente as castanhas.
7. Encha as forminhas até metade ou um pouco menos com essa massa.
8. Leve ao forno preaquecido a 190 graus. Deixe por 20 minutos ou até que estejam com um leve marrom-dourado. Tire das forminhas de pão de mel e deixe esfriar (não tire das forminhas de papel!) em uma grade.
9. Cubra com o creme de sua preferência, com o auxílio de uma faca sem serra ou colher. Se quiser, use saco de confeiteiro.

domingo, 6 de setembro de 2009

Minicuscuz rápido

Eu acho muito bacana a moda finger food. É prático para servir e surpreende os convidados. No aniversário da Anaís, eu queria, além disso, uma opção sem glúten.

Esta receita de cuscuz é de um livrinho chamado
A cozinha maravilhosa de Ofélia: lanches e refeições rápidas. Não coloquei ervilhas e azeitonas, pensando em alguns amigos que não gostam desses ingredientes. Também mudei outras coisinhas no modo de fazer. O que segue é a minha receita "reformada".

A original tinha a forma tradicional, grande. Apresento aqui minha versão míni. Para modelar, usei forminhas de empada. O detalhe que fez a diferença: parti palitos de churrasquinho, para ficarem em uma altura de uns 15cm. Na ponta, miçangas, das que se usam para fazer bijuterias. A foto, da Ana Paula, que me deu uma força para registrar tudo, mostra como ficou charmoso.


Também para agradar a gregos e troianos, fiz uma receita com sardinha e a outra sem.

Ingredientes:
1/2 xícara de chá de óleo

1 celoba picada

2 dentes de alho picados

1/2 xícara de chá de salsinha picada
sal a gosto

pimenta-do-reino a gosto

1/2 vidro pequeno de palmito picado

1 litro de água fria

1 colher de sopa de extrato de tomate

2 latas de sardinhas (opcional) sem as espinhas e picadas

2 ovos cozidos picados
4 xícaras de chá de farinha de milho


Modo de fazer:

1. Leve uma panela com a água, o óleo, a cebola, o alho, o sal, a pimenta, o palmito e o extrato de tomate.

2. Quando ferver, junte as sardinhas e os ovos.

3. Junte a farinha de milho aos poucos, mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela. Quando começar a colocar a farinha, parece que nada vai dar certo; ficam aparecendo bolas de farinha, a impressão é tudo vai para o lixo. Nada disso. Logo o tal fundo da panela aparece.

4. Coloque em forminhas de empada levemente untadas com óleo ou azeite de oliva. Espere esfriar e sirva de uma maneira bem bonitinha.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Aniversário da Anaís - O bolo!

Deve ter dado para perceber: adoro uma festa. Não foi sempre assim, estou ficando mais festeira com o passar do tempo, o que é uma ótima "desculpa" para me esbaldar na cozinha e convidar os amigos para saborear os quitutes.

Aniversário da Anaís tem que ter negrinho, que ela adora, e branquinho, que eu amo. Além disso, minipizzas, pastéis, para satisfazer à aniversariantes, e um tanto mais de coisas que a mamãe dela inventar. Neste ano, várias novidades.

A estrela da festa, o bolo, não poderia faltar. É o segundo ano consecutivo que faço. Costumava perder a coragem, porque tinha medo de errar, não sou boa em decoração. Mas, enfim, não vou me tirar o prazer, mesmo não ficando uma maravilha da confeitaria mundial. Este bolo, eu havia feito para o aniversário (ainda não postei nada a respeito, grande falha!). Na variação, fiz uma cobertura de chocolate branco. Ficou bem bonitinho, como podem ver nas fotos, que a Betina gentilmente fez para mim.


Vamos às explicações.


A masssa: a receita me foi passada pela amiga Thaïs Bretanha, é o infalível pão-de-ló espumante, macio e delicioso da sogra dela, dona Iolanda. Foi a primeira vez que consegui fazer um decente, sempre abatumavam ou não ficavam suficientemente macios.


A calda e o crocante: tirei da edição especial de 15 anos da revista Gula, receita do Bufê Fasano. Ou melhor, tirei a rece
ita da calda, com mudancinhas básicas; o crocante, fiz um à minha moda, mas peguei a ideia de usar crocante. O resultado é muito interessante.

Recheio: musse maravilhoso de bolo da revista Claudia Cozinha, em uma edição de 2005.


Cobertura: mais uma vez, minha bíblia, o Grande Livro de Receitas de Claudia.


Uma mistura e tanto, não é? E o melhor é que deu muito certo. Agora que já me dei o trabalho de fazer a pesquisa e juntar tudo em um mesmo caldeirão, usem à vontade hehehehehe.

Sempre que lerem açúcar, saibam que na minha versão usei o demerara orgânico.


Ingredientes para o pão-de-ló espumante:
4 ovos

3 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo

1 colher de sopa de fermento em pó

1 1/2 xícara de leite
1 colher de sopa, bem cheia, de manteiga


Ingredientes para a calda para regar o pão-de-ló:
300ml de água

150g de açúcar

raspas da casca de meia laranja (no original, uma inteira, mas achei demais). Cuide para não ficar nada da película branca

150ml de rum

no original, também ia 1 pedaço de canela em pau, mas eu não quis colocar

Ingredientes para o crocante:
1 1/2 xícara de açúcar

1/2 xícara de castanhas-do-pará (ou nozes, ou amêndoas, o que tiver à mão) levemente torradas. Se preferir, pode usar uma quantidade maior


Ingredientes para o recheio:
150g de chocolate meio amargo picado

1 xícara de creme de leite fresco gelado

3 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente

1/2 colher de sopa de gelatina incolor sem sabor

1 colher de sopa de água


Ingredientes para a cobertura:

2 xícara de creme de leite fresco

1/2 xícara de manteiga gelada cortada em pedaços

340g de chocolate branco


Decoração:

raspas de chocolate branco e preto
flores de biscuit

Modo de fazer o pão-de-ló:

1. Bata as claras em neve.

2. Acrescente as gemas, uma a uma, batendo sempre.
3. Junte o açúcar aos poucos, batendo após cada adição.

4. Peneire junto a farinha de trigo e o fermento em pó.

5. Junte-os à massa, também aos poucos, sem parar de bater.

6. Leve ao fogo o leite e a manteiga; quando ferver, acrescente à massa e misture muito bem, mas com delicadeza.

7. Despeje a massa rapidamente em duas fôrmas redondas, de 22com de diâmetro, untadas, e leve ao forno quente para assar até dourar levemente.


Importante: unte as assadeiras e ligue o forno antes de começar a bater o bolo, pois a massa deve ir ao forno imediatamente após a adição do leite quente.


Modo de preparar a calda:

1. Misture todos os ingredientes, menos o rum.
2. Leve ao fogo. Quando ferver, junte o rum e desligue o fogo. Reserve.


Modo de preparar o crocante:

1. Leve o açúcar ao fogo baixo. Quando atingir o ponto de caramelo, desligue o fogo e misture as castanhas, torradas e trituradas. Cuidado para não passar do ponto, porque fica amargo. Na minha primeira experiência, ficou superamargo e grudou tudo no granito!

2. Espalhe sobre uma superfície fria (de mármore ou granito).

3. Quando esfriar, triture com o rolo de macarrão. Reserve
.

Dica: o ponto é quando a calda atinge 145 graus. Como não tenho termômetro culinário, esperei ficar com uma cor castanho-claro e cremoso.

Modo de preparar o recheio:

1. Ferva metade do creme de leite fresco. Deslligue o fogo e junte o chocolate. Deixe por dois minutos, sem mexer.

2. Misture até que o chocolate derreta. Leve para gelar até que fique firme.

3. Coloque a tigela com o chocolate em uma panela de água quente (não muita água, de modo que o vapor não entre na tigela) e deixe por cinco minutos sem mexer.

4. Retire a tigela, junte a manteiga e bata até engrossar.

5. Com os batedores limpos, bata o restante do creme de leite até conseguir picos firmes. Junte ao creme de chocolate. Reserve.

6. Hidrate a gelatina na água. Dissolva em banho-maria ou no micro-ondas (por 15 segundo, em pontência alta). Misture a gelatina com a musse. Leve à geladeira por 15 minutos.


Modo de preparar a cobertura:

1. Misture uma xícara do creme de leite com a manteiga. Leve ao fogo. Quando ferver, retire do fogo e junte o chocolate em pedacinhos. Misture até que o chocolate derreta. Deixe esfriar em temperatura ambiente.

2. Na batedeira, bata o creme de leite restante até obter picos firmes. Junte o creme de chocolate, misturando com cuidado com uma espátula. Leve para gelar por duas horas ou até que engrosse.


Montagem:

1. Corte cada pão-de-ló em duas metades.

2. Em um prato, coloque uma das metades, regue com a calda, coloque um quarto do recheio e cubra um pouco do crocante.

3. Faça o mesmo com as outras metades, menos com a que ficar em cima. Esta não deve ser regada.

4. Espalhe a cobertura em todo o bolo, enfeite com as raspas de chocolate e finalize com as flores de buscuit.


Dica: prepare a cobertura antes de tudo, pois ela deve ficar bem firme.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Confraria junina – Bolo de fubá tradicional

Agosto já está aí e eu ainda nas receitas juninas. Tenho muita coisa para postar, mas a preguiça é tanta... De qualquer maneira, bolo de fubá é bom em qualquer época do ano.

Esta é a minha receita de sempre. Faço há anos. Sabe aquela de fé, a que sempre dá certo? Tirei de uma embalagem de amido de milho Arisco. A farinha de trigo pode ser substituída por farinha integral, também pode ser usado açúcar mascavo. Como eu queria um bolo bem amarelinho, usei demerara. Na receita original, usa-se margarina. Eu prefiro óleo.


Ingredientes:
200ml de óleo de canola
2 xícaras de chá de açúcar demerara orgânico

4 gemas
1 xícara de chá de amido de milho

2 xícaras de chá de farinha de milho (fubá)

1 colher de sopa de fermento para bolo

1 pitada de sal marinho

1 caixinha de leite de coco ou vidro (200ml)

1/2 xícara de chá de leite

4 claras batidas em neve erva-doce a gosto (opcional; eu não uso)

Modo de fazer:

1. Bata bem o óleo com o açúcar.

2. Junte as gemas e bata mais.

3. Acrescente o amido de milho, a farinha de milho, o fermento e o sal, alternando cada ingrediente com o leite de coco previamente misturado ao leite.

4. Depois de tudo bem misturado, junte, delicadamente, as claras em neve.
5. Leve ao forno médio preaquecido em um fôrma de furo central, untada e enfarinhada. É o velho esquema: está pronto quando você espetar um palitinho no bolo e o palitinho sair seco. Eu me esqueci do tempo e meu bolo ficou com a crosta é queimada, mas a receita é tão boa, que ainda assim ficou ótimo.

domingo, 19 de julho de 2009

Bolinhos de milho recheados com frango

Delícia, delícia! Não vou mentir: fazer estes bolinhos é trabalhoso, demorado. No entanto, o resultado é incrível. A massa, não parece, é fácil de manusear. O chato é moldar um a um.

As pessoas, na Confraria, pensaram que eu os tivesse comprado prontos, pois ficam com um aspecto de salgadinho profissional. A receita é do Grande Livro de Receitas de Claudia. Como sempre, dei umas mudadinhas aqui e ali.

Ingredientes para o recheio:
1/8 de xícara de azeite de oliva
sal a gosto
1 kg de peito de frango (no original, sobrecoxa; fica ao gosto de cada um)
4 dentes de alho
1 cebola média picada
1 pimenta-malagueta
1/3 de xícara de pimentão vermelho picado

Ingredientes para a massa:
1 xícara de chá de água
1/2 xícara de chá de manteiga
1 colher de chá de sal
1 xícara de chá de farinha de milho (usei a média, que eu tinha em casa)
1/4 de xícara de chá de amid de milho
1/4 de xícara de chá de farinha de trigo
2 ovos caipiras

Outros ingredientes:
Óleo para fritar os bolinhos

Modo de fazer o recheio:
1. Coloque todos os ingredientes em uma panela. Cubra com água suficiente para cozinhar. Leve ao fogo e deixe até o frango estar macio.
2. Escorra o frango e seus temperos (usei o escorredor de massa). Se quiser, guarde o caldo para outros preparos, fica bem saboroso.
3. Desosse o frango e passe-o pelo processador juntamente com os temperos. Reserve.

Modo de fazer a massa:
1. Em uma panela, ferva a água, a manteiga e o sal.
2. Acrescente o fubá, o amido de milho e a farinha e mexa até que solte do fundo da panela.
3. Transfira a massa para uma tigela. Adicione um ovo e misture. Acrescente o outro ovo e misture.


Modo de montar os bolinhos:
1. Na palma da mão, faça discos de 5cm com a massa. Coloque o recheio no centro e feche fazendo uma bolinha. Repita a operação até a massa acabar.
2. Frite em óleo quente apenas para dourar, pois já está tudo cozido.

Dica 1: eu fiz os bolinhos na véspera e fritei na hora. É importante colocar em uma superfície levemente untada, para não grudar. Eu usei uma assadeira.
Dica 2: para servir, usei palha de milho verde (é correto dizer isso ou só vira palha quando fica seco???)

domingo, 5 de julho de 2009

Eta nóis! Confraria junina

Festa junina tem que ser comemorada, nem que seja em julho. Foi o que nós, da Confraria sem Nome, decidimos quando combinamos o tema do encontro. Tinha bandeirinha espalhada pela sala, música típica de quadrilhas e comida, muita comida! A Odete não pôde vir, mas mandou o vinho, e o quentão ficou garantido.

Para a decoração da mesa, usei uma ideia
que vi no Rainhas do Lar. Comprei 1 metro de chita colorida, coloquei palha, abóbora, ovos, milho verde. Ficou lindo. Eu não sabia, mas nas pesquisas para decoração, descobri que os festejos nesta época não se devem apenas a datas religiosas, mas também à colheita do milho. Por isso tantos pratos têm nesse ingrediente a matéria-prima. A Ana Paula decorou os pratos e usou muita palha e milho, tudo no clima. Dá para ver na segunda foto. Amendoim salgado dentro de uma bomboniere de vidro, com palha na base. O amendoim doce foi servido em copinhos de vidro. Para as paçoquinhas, cesta de vime com milho verde.

Como indumentária alusiva aos festejos, usei um singelo chapéu de palha com trancinhas, mas teve quem se produziu. A Betina fez maria-chiquinha no cabelo, pintinhas nas bochechas e arranjou até dois dentes podres hehehe. O Osmar e o Gaspar vieram totalmente caracterizados, com remendos na roupa, pinturas no rosto, chapéu e gravatas com strass. Caipiras fashion, sô!
Eu fiz bolinhos de milho recheados com frango. A pizza de sardinha é da Déia e os pastéis de ricota, do Leandro. Na outra foto, meu bolo de milho e os pancake puffs da Betina. Naquela cestinha lá ao fundo, xicarazinhas de cafezinho para servir o caldinho de feijão. Também acomodei nela garfinhos e colheres.
Canjica do Rubilar, servida em porções individuais em potinhos de plástico transparente. Ao fundo e ao lado, paçoquinhas e amendoim açucarado que a Ana Paula trouxe e decorou do jeito mais mimoso. Nas cumbuquinhas brancas da foto da direita, docinhos de leite; em primeiro plano, os cachorros-quentes da Márcia, com salsicha vegetal. Isso sem falar em pinhão, pipoca, quentão, bolo de laranja, no qual acrescentei gotas de chocolate...
Caldinho de feijão do Osmar e do Gaspar (que foram fofíssimos e fizeram um pouco sem carne pra mim!). Minha pizza de milho verde com salsão.Bolo de aipim do Gaspar e pancake puffs da Betina, recheados de chocolate.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Sopa de tomate e manjericão

Frio, sopa e vinho. Estão servidos?

Neste ano, o inverno não chegou de mansinho, pedindo licença. Sem cerimônia, impôs o uso de muita roupa, cachecol, muita coberta e, claro, comidinhas deliciosas.


Esta sopa pode parecer trabalhosa, mas não é. O preparo é rápido, basta um pouquinho de paciência. Dá 6 porções, mas você pode fazer meia receita. Tirei a receita da coleção O Prazer da Cozinha Passo a Passo, do qual já falei aqui no blog. A foto, como deu para perceber, ainda é foi tirada na câmera “meia boca”.


Ingredientes:

2,3 kg de tomates maduros, mas não muito moles

2 ou 3 galhos de manjericão fresco

1/2 xícara de chá de manteiga (apesar da indicação da receita, usei sem sal)

sal e pimenta-do-reino a gosto
6 colheres de sopa de requeijão

Modo de fazer:

1. Coloque água em uma panela. Quando começar a ferver, faça um pequeno corte em cada tomate e coloque-os na panela por 5 a 7 segundos. Retire-os quando a pele começar a levantar em volta do corte.
2. Descasque-os e retire a polpa; coloque-a para escorrer e, depois, passe-a por uma peneira e reserve.
3. Corte os tomates em tiras.

4. Pique meio grosseiramente as folhas de manjericão (deixe um galho reservado).

5. Ponha o tomate, a polpa reservada e o manjericão picado em uma frigideira com metade da manteiga. Leve ao fogo médio, mexendo e agitando a frigideira.
6. Quando o tomate estiver macio, mas não muito a ponto de desmanchar, aumente o fogo e junte a manteiga restante. O tomate deverá ficar macio, mas consistente. Tempere com o sal e a pimenta.
7. Divida a sopa em 6 porções e ponha 1 colher de requeijão em cada uma. Enfeite com o manjericão que havia sido reservado. Sirva imediatamente.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Bolo de abacaxi e coco



Este bolo tem uma história antiiiiiga. Eu fazia naturalismo, nos anos 1980. Porto Alegre era conhecida como uma cidade com muitas opções e o bairro Bom Fim, pra quem conhece, era o centro dos naturebas. Um lugarzinho, bem no coração do Bom Fim, tinha lanchinhos ótimos. Fechou faz muito tempo, nunca foi dos famosos, mas era aconchegante e tinha umas coisas diferentes.

Eu sempre achei que comida pode ser boa independentemente da escola que se segue. Basta vontade, criatividade e mente aberta. Por que a comida naturalista tinha que ser massuda, sem gosto, feiosa? Este bolo contradiz tudo isso. Tem sabor, cor, textura. Eu provei e adorei. Tentei fazer em casa, mas não deu certo nas primeiras vezes. Abatumava, ficava molhado demais. Aí me veio o insight, que na verdade é muito simples: bastava cozinhar o abacaxi antes, para evitar que expelisse muito líquido enquanto estivesse assando. Ainda assim, demora bastante no forno. Mas faça quando tiver tempo; afinal, naturalismo não combina com correria na cozinha.

Ingredientes da cobertura:
1 abacaxi grande cortado em cubos grandes
1/2 xícara de água
1/4 de xícara de açúcar demerara
200g de coco fresco ralado grosso misturado com 1 ou 2 colheres de açúcar demerara (depende do gosto)

Ingredientes da massa:
2 gemas
2 xícaras de açúcar demerara orgânico
1 xícara de caldo de abacaxi (o que sobrou do cozimento)
3 xícaras mais 1/2 colher de sopa de farinha
5 colheres de sopa de passas
2 claras em neve
1 colher de sopa de fermento químico

Modo de fazer a cobertura:
1. Misture a água e o açúcar. Quando começar a ferver, abaixe o fogo.
2. Espere uns dois minutos e acrescente o abacaxi. Quando a fruta estiver macia, desligue o fogo, escorra e guarde o caldo.
3. Não mexa no coco!! Ele vai ter que esperar um pouquinho para entrar em cena.

Modo de fazer a massa:
1. Bata as gemas com o açúcar até ficar fofo.
2. Acrescente o caldo de abacaxi já frio, a farinha e as passas.
3. Com delicadeza, junte à massa as claras em neve e o fermento químico.
4. Coloque a massa em uma assadeira de fundo removível untada e enfarinhada. Cubra com o abacaxi escorrido e o coco.
5. Leve ao forno preaquecido em temperatura de cerca de 180º. Quando tiver passado cerca de 15 minutos, levante um pouco a temperatura. É importante controlar a temperatura, pois este bolo demora para assar. Eu já queimei alguns antes de acertar. Fica pronto no velho esquema: quando o palito sair limpo, está pronto.

sábado, 23 de maio de 2009

Risoto de pinhão

Bah, há quanto tempo, hein? O pobre blog anda meio abandonado, mas não esquecido. Tenho estado muito ocupada. Cozinho, mas não consigo postar. E me surgiu um problema adicional: minha câmera foi pro brejo. Está tirando fotos ruins como a que aparece aí em cima. Mas resolvi colocar logo esta receita, porque é importante aproveitar a safra de pinhão.

Eu adoro pinhão e testei um modo diferente de consumi-lo. Fica muito bom!


Ingredientes:

3 colheres de sopa de azeite de oliva

1 cebola média bem picada
1 xícara de arroz cateto

1/4 xícara de vinho branco seco

sal e pimenta-calabresa a gosto

2 xícaras de pinhões cozidos e cortados (cortei em três cada um, para não ficar muito pequeno)

4 a 5 xícaras caldo de legumes (cozinhe beeeem uma cenoura, meio talo de salsão, duas folhas de louro, um pouco de tomilho seco, sal, uma cebola em uns dois litros de água. Se a preguiça for muita ou o tempo estiver curto, use um tablete de caldo pronto e ferva com uma cebola picada, tomilho e louro; coe e está pronto)
1/4 de pimentão verde corta de cubos

Modo de fazer:

1. Aqueça o azeite e refogue a cebola até ficar macia, mas não dourada.

2. Acrescente o arroz, refogue por uns dois minutos, mexendo sempre. Junte o vinho e mexa até evaporar.
3. Junte duas ou três conchas de caldo, só para cobrir um dedo acima do arroz. Mexa de quando em quando, para não grudar no fundo. Esse movimento é lento; você não está batendo polenta.
4. Não deixe o caldo secar. À medida que for baixando, vá acrescentando mais, aos poucos.

5. Quando o arroz estiver quase al dente, misture o pinhão e o pimentão. Mexa, colocoque o sal e a pimenta. Verifique se os grãos de arroz estão no ponto, desligue e sirva. Não esqueça que o risoto tem que ficar molhadinho, cremoso. O cateto é perfeito, apesar do tempão que a gente fica em frente ao fogão.


Dica 1: é melhor usar uma panela não muito alta.
Dica 2: esta não é um prato para fazer quando se está com pressa, pois o cateto demora para cozinhar.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Confraria de Páscoa – Torta de frango do Gaspar

Esta torta deliciosa foi a grande contribuição de Gaspar, o prendado, à Confraria. E o melhor: permite muitas variações. Ele dá a receita.

Massa:
1 xícara de chá de leite
1 e 1/2 xícara de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento químico (para bolo)
3/4 de xícara de chá de óleo de soja
3 ovos
1 pitada de sal
tempero verde a gosto (opcional)

Modo de fazer:
1. Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar uma massa homogênea. Particularmente, coloco primeiro todos os ingredientes líquidos primeiro, depois os sólidos, menos o fermento, misturo tudo. O fermento é o último.

Recheio:
1. Desfie 1 peito médio de frango, refogue com cebola e temperos preferidos. Pode colocar tomate, mas pouco, porque a consistência tem de ser um molho seco. Opcionais: ervilha e milho enlatados.
2. Depois de pronto, acrescente um copo de requeijão, tornando um recheio de aparência cremosa.


Montagem:
1. Unte uma forma retangular ou prato refratário. Despeje um pouco da massa para cobrir o fundo da forma ou prato. Distribua no centro o recheio e cubra-o com o restante da massa. Leve ao forno médio, previamente aquecido.


Sugestão: substitua o recheio de frango por um refogado (seco) de espinafre com ricota fresca.


Observação: no forno, a massa crescerá e quando, estiver bem dourada (de 20 a 30 minutos), deslige e espere esfriar. Neste momento, a massa “afunda” no centro, dando o efeito das bordas. Bom proveito!

domingo, 19 de abril de 2009

Campeão gaúcho invicto não é pra qualquer um! Bolo de limão vermelho e branco

Meu timaço venceu hoje o Campeonato Gaúcho. O placar não deixa dúvida: 8 x 1 sobre o Caxias. Aliás, o mesmo do ano passado, quando também mereceu um bolo.

Eu comentei que a Confraria de Páscoa, 4 de abril, coincidiu com o aniversário de 100 anos do Internacional. Agora, passo a receita. É um bolo de limão delicioso do
Luiz Cintra. Coloquei uma cobertura vermelha e branca, as cores do meu Inter do coração. Eu não tinha papoulas em casa, então usei amêndoas quebradas. E coloquei farinha integral, açúcar demerara, sal marinho. Ressalto isso porque às vezes querem uma opção mais natural e acham que não dá para adaptar receitas. Dá e fica muito gostoso.

Ingredientes para a massa:
200g de manteiga em temperatura ambiente

2 xícaras de açúcar demerara

4 ovos caipiras

2 xícaras de farinha de trigo comum

1 xícara de farinha de trigo integral bem fina

4 colheres de sopa de sementes de papoula ou 3 colheres bem cheias de amêndoas quebradas
1/2 colher de chá de sal marinho
2 colheres de chá de fermento em pó (para bolo)

1 colher de chá de raspas da casca de limão taiti

1/2 xícara de leite

2 colheres de sopa de suco de limão taiti


Ingredientes para a primeira cobertura:

2/3 de xícara de açúcar demerara

1/3 de xícara de suco de limão


Ingredientes para a segunda cobertura dá para um bolo apenas:
300g de nata fresca

3 colheres de sopa de açúcar de confeiteira

5 colheres de sopa (aproximadamente) de açúcar vermelho (é encontrado na prateleira de confeitos do supermercado)

Modo de preparo da massa:

1. Unte com manteiga duas fôrmas para bolo inglês de cerca de 25cm x 10cm.
2. Misture em um recipiente o leite e o suco de limão.

3. Em uma tigela, peneire as farinhas, o sal e o fermento em pó.

4. Coloque em uma batedeira a manteiga e o açúcar, bata em velocidade média até a mistura estar bem cremosa. Acrescente os ovos, um a um, batendo bem após cada adição. Acrescente as sementes de papoula ou amêndoas.

5. Baixe a velocidade da batedeira ao mínimo e acrescente, alternadamente em três adições, a mistura de leite e a de farinha, terminando com a mistura de farinha.

6. Divida a massa nas duas fôrmas e leve ao forno por cerca de 40 minutos ou até que, espetando um palito, ele saia seco.

7. Retire os bolos do forno e regue com a cobertura de limão. Espere 10 minutos antes de desenformá-los.

Modo de preparar a primeira cobertura:

1. Mistura bem os ingredientes e regue o bolo.


Modo de preparar a segunda cobertura:

1.
Bata a nata na batedeira. Quando começar a engrossar, acrescente o açúcar de confeiteiro até ficar em ponto de chantili (você pega um pouco com uma colher e ele não cai). Se não tiver segurança quanto ao ponto, é melhor colocar o açúcar logo, sem bater um pouco antes. Do contrário, nata pode virar manteiga. Montagem: 1. Coloque a primeira cobertura sobre os bolos ainda quentes.
2. Quando esfriarem, pegue um dos bolos e cubra com o chatili. Use a criatividade para decorar com o açúcar vermelho. Vale tudo em homenagem ao Inter!


Dica: o Luiz Cintra diz que os bolos duram uma semana guardados na geladeira (sem a cobertura de chantili). Podem ser embrulhados em filme plástico e congelados por até 90 dias. Se quiser um só bolo, faça meia receita.

domingo, 12 de abril de 2009

Confraria – Pizza de camarão e abobrinha

Mais uma da Confraria de Páscoa. A massa eu vinha namorando desde que vi a receita da Mari Maluf postada no Frango com Banana. Eu me passei, não prestei atenção e usei a quantidade de água indicada para forno à lenha. Mas gostei muito, então, vai aqui tal qual eu preparei. Outra mudança é que usei fermento biológico instantâneo.

Quanto ao molho... ai... por sorte a Mari Maluf não sabe da existência do Batuque. Li no título do molho a palavra cru. Beleza. Li os ingredientes. OK. Só não li o modo de fazer. Tinha que ralar os tomates, deixar escorrendo meia hora... Como sou muito desorganizada, deixei para preparar quando a massa já estava no forno, os confrades já haviam chegado. Não dava tempo. Fiz um molho cru muuuuito à minha moda. Caso vocês sigam minhas instruções e pensem "que horror!", que fique bem claro: a Mari, que nem conheço, não tem culpa alguma. Que também fique claro: eu achei bem gostoso.

Agora, o restante da cobertura. Ela seria de abobrinha, tomates e queijo, porque vi uma foto de petiscos no livro Claudia Cozinha e achei lindinhos. Em versão gigante, seriam uma ótima cobertura de pizza, por que não? Só que (esta pizza está cheia de "só quês") havia sobrado um pouco de camarão, aquele do recheio dos escondidinhos. Não pensei meia vez, fui de camarão. Agora, chega de blablablá e vamos à pizza.

Ingredientes da massa (rende duas pizzas):
30g de fermento biológico instantâneo
1/3 de xícara de chá de azeite
2 colheres de chá de sal
1 1/2 xícara de chá de água
5 a 6 xícaras de chá de farinha de trigo

Ingredientes do molho cru de tomates:
4 tomates sem sementes cortados em quatro partes
2 colheres de sopa rasas de molho pesto (se não tiver, use folhas de manjericão fresco picadas a gosto; neste caso, acrescente 2 colheres de sopa de azeite de oliva)
sal marinho e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Ingredientes da cobertura (para uma pizza):
1 abobrinha italiana cortada em rodelas
6 a 7 colheres de sopa de molho de camarão
100g de queijo mozarela ralado no ralo grosso
flor de sal a gosto (usei uma da Companhia das Índias, com cogumelos, de que gosto bastante e não é muito cara)

Modo de fazer a massa:
1. Misture o fermento em 5 xícaras de farinha (isso porque talvez você não precise usar a número 6). Adicione à mistura o azeite, o sal e a água aos poucos, mexendo com uma colher até soltar da vasilha.
2. Transfira para uma superfície de pedra ou madeira e sove por 5 minutos ou até obter uma massa lisa e macia. Fica bem macia.
3. Coloque em uma vasilha e unte com azeite. Cubra e deixe descansar por 1 hora ou até dobrar de volume.
4. Divida a massa em 2 porções e boleie (ou seja, faça uma bola com cada uma delas). Cubra e deixe descansar por 1 hora.
5. Aqueça o forno na temperatura mais alta possível. Enquanto o forno aquece, abra a massa com ajuda de um rolo e fure com um garfo. Unte uma forma com azeite e pré-asse a massa por 8 minutos.

Modo de fazer o molho:
1. Bata todos os ingredientes no liquidificador ou no processador. Está pronto!

Montagem:
1. Cubra uma das pizzas com molho de tomate (pouco, para não ficar muito úmida). Faça com as abobrinhas um desenho circular, seguindo o forma da pizza. No centro, coloque o camarão e, sobre ele, o queijo. Polvilhe as abobrinhas com a flor de sal.
2. Volte a pizza ao forno por 5 minutos, ou o queijo derreter.

Dica: a receita acima é de uma pizza redonda. Com a outra metade da massa, fiz uma retangular, mas esqueci-me de tirar fotos. Foi no improviso mesmo: dourei uns dois dentes de alho, acrescentei meia abobrinha italiana em cubos e uns 300g de cogumelos paris em fatias, mais shoyo e pimenta. Uma rápida refogada e estava pronta. Ufa!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Confraria – Escondidinhos de camarão

Quem ainda não pensou em um cardápio para a Páscoa pode utilizar esta ideia, um dos petiscos da Confraria de Páscoa. Há, pelo menos no Rio Grande do Sul, uma supersafra de camarão e o preço está bem atraente.

Escondidinho é um prato fácil de fazer e se presta a muitas variações. Minha "massa" costuma ter somente aipim, mas desta vez usei creme de leite, para dar mais cremosidade.
Pode ser preparado em porção única, num refratário, ou em porções médias ou como nesta sugestão. Usei ramequins de cerca de 5cm de diâmetro. Ficou muito bonitinho. Siga sua imaginação.

Ah, se precisar de outras sugestões, visite nossa sessão de Peixes e Frutos do Mar hehehehe.


Ingredientes para a massa:

1 kg de aipim descascado
sal a gosto

1 caixinha de creme de leite


Ingredientes para o recheio:
800g de camarão (como não iam aparecer, estavam "escondidinhos", usei camarões pequenos)
2 colheres de azeite de oliva
2 ceb
olas médias picadas
2 tomates sem sementes picados
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada (eu gosto de comida bem picante; você usar menos)

sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto


Ingrediente para cobertura:

100g a 150g de queijo parmesão ralado


Modo de fazer a massa:

1. Cozinhe bem o aipim, até abrir bem e quase desmanchar.

2. Escorra o aipim e, ainda quente, esprema-o ou passe no processador, formando um purê. Eu preferi usar um espremedor manual, porque o purê gruda na haste central do processador, dá um trabalhão. Mas vai do gosto de cada um.

3. Tempere o purê com sal e acrescente o creme de leite. Misture bem os ingredientes. Reserve.


Modo de fazer o recheio:

1. Se o camarão estiver congelado, coloque-o em uma panela e leve ao fogo bem baixo, mexendo de vez em quando, até adquirir um leve tom rosa. Despreze a água do cozimento. Se usar camarão fresco, cozinhe rapidamente, até adquirir o tal tom rosa. Isso evita que o recheio fique cheio de água de camarão.
IMPORTANTE: precisamos de um recheio mais sequinho se a opção for pelos miniescondidinhos, para evitar que, no forno, o molho comece a borbulhar e "invada" o espaço do purê. Se você for fazer uma versão família, o recheio pode ficar um pouco mais molhado, mas não exagere.

2. Em uma frigideira, aqueça o azeite, junte as cebolas, mexendo até ficarem translúcidas. Acrescente os tomates, mexa até começarem a murchar.

3. Coloque os camarões na mistura, mexa, tempere com sal e as pimentas e espere levantar fervura. Deixe uns dois minutos e desligue o fogo.


Montagem:

1. Unte levemente os ramequins com óleo ou azeite. Coloque uma colher de sopa (mais ou menos) de purê, uma de recheio (que cubra anterior) e cubra com mais purê. Uma dica para espalhar bem o purê é usar as costas de uma colher levemente umedecida com água. Finalize com uma camada fina (ou grossa, se preferir) de queijo ralado.

2. Leve ao fogo médio até o parmesão ficar dourado. Sirva quente.


Dica: esses escondidinhos podem ser congelados nos ramequins, basta fechar bem com filme plástico. Duram até três meses. Descongele na geladeira. Antes de levar ao forno, deixe em temperatura ambiente por uns 15 minutos, para que os ramequins não rachem com o choque térmico.