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domingo, 20 de dezembro de 2009

Um toque especial na mesa de Natal: fácil, fácil


As luzes não precisam estar apenas na árvore de Natal. Na decoração da mesa, elas dão um toque bem interessante. Além do que, esta dica não requer qualquer habilidade.


Comprei um jogo de bolas luminosas e o coloquei dentro de um recipiente de vidro, de sobremesa (use o que tiver). Tentei tirar a foto com as luzes acesas, mas não ficou bom. O efeito, garanto, é muito legal.


Os guardanapos também ganham um toque natalino. Basta prendê-los com lacinhos comprados prontos em lojinhas de R$ 1,99!

domingo, 5 de abril de 2009

Confraria de Páscoa - Arranjo floral com ovos de galinha

Depois de meses, com muitos dos confrades em férias, conseguimos finalmente nos reunir. O tema foi Páscoa. Como chocolate não podia faltar, fiz uma receita nova de petit gateau, do Olivier Anquier. O sabor estava ótimo, mas o bolinho não ficou cremoso no interior. Creio que minhas forminhas são muito pequenas e deveria ter deixado menos tempo no forno do que o indicado na receita. Por esse motivo, nem coloquei nesta postagem.

Os arranjos de flores foram inspirados em uma ideia do site da Martha Stewart, que adoro e está sempre cheio de coisas ótimas. Usei compoteiras de vidro que chamo de multiuso, porque são "pau pra toda obra", compradas em lojinhas de R$ 1,99! Além delas, usei pedrinhas coloridas (eu já tinha em casa e comprei em uma loja de produtos para artesanato), casca de ovos (os da Martha eram pintadinhos, mas não tive tempo nem paciência) e minigerânios (R$ 2,50 o vaso). A produção toda custou bem menos que R$ 10,00 e o efeito ficou bem bacana.

Diferentemente das outras edições, dessa vez, não combinamos previamente o cardápio. Cada um traria o que quisesse. Alguns cozinharam, outros preferiram comprar pronto. Abaixo, faço um resumo do que foi preparado pelos confrades. Foi um banquete.

O Internacional, meu clube do coração, comemorava o centenário bem no dia da confraria, 4 de abril. Não deu outra: bolo de limão com chantili e decoração vermelha e branca para comemorar. Ao lado do bolo, um sucesso de público e crítica: torta de frango do Gaspar.

Frutos do mar não podiam faltar, uma vez que o tema foi a Páscoa: escondidinhos de camarão em porções individuais e pizza de abobrinha com camarão.
A Lúcia estreou na Confraria em grande estilo: musse de gorgonzola. Ao lado, cookies de nozes e chocolate.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sobre as qualidades de um bom confeiteiro, segundo Leonardo da Vinci

Neste post, falei sobre livros que comprei na Feira do Livro de Porto Alegre em 2007. Estou devendo as compras de 2008. Destaquei "Os cadernos de cozinha de Leonardo da Vinci", que encontrei, em edição esgotada, em um sebo. Há controvérsias sobre a autenticidade da autoria do livro, mas não existe qualquer dúvida sobre quão saboroso é o texto, com opiniões bastante interessantes e divertidas, para nossos olhos contemporâneos, sobre gastronomia e costumes na Renascença.

Destaco este apontamento, no capítulo Conselhos e Observações, intitulado "Sobre as qualidades de um bom confeiteiro". O velho Leonardo se surpreenderia com a confeitaria atual e certamente se cansaria bem menos.

"Em primeiro lugar, deve tratar-se de um homem, já que uma mulher não poderá erguer grandes quantidades de marzipã.

Em segundo, deve ser limpo, já que notar a sujeira do confeiteiro é muito desagradável para aqueles que estão para provar suas criações. Tampouco deve ter cabelo comprido, pois pode transferir alguns deles a seus confeitos.


Finalmente, deve ter estudos de arquitetura, já que, carecendo de conhecimentos sobre resistências e pesos, não poderá realizar suas criações de modo que não caiam."

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Arroz sasanishiki

O arroz sasanishiki é anterior à época dos samurais e originário das planícies do norte de Honshu, a maior ilha do Japão. Os grãos são curtos e arredondados, de sabor delicado e neutro, de textura úmida e grãos unidos, macios, que permitem a modelagem durante o preparo. É usado no preparo de sushis e sashimir e também para fazer saquê, vinagre, missô e shoyo. A qualidade dos grãos reside no frescor.

Informações da Tio João.

sábado, 15 de dezembro de 2007

As macadâmias e eu

Eu adoro macadâmia. A paixão começa já no som de ma-ca-dâ-mia. A palavra remete a mistérios e exotismos, promessas de prazer. O sabor não decepciona; pelo contrário, reforça, torna reais as pré-sensações incitadas pelo nome.
Nunca produzi receitas com macadâmia. Portanto, ao ver a bandeja no supermercado, as cascas das nozes de um marro-escuro
com toques de dourado, arredondadas, lisinhas, com a indicação “orgânico”, pensei em uma bela torta.
Em casa, peguei o descascador de nozes e fui à luta. E que luta. O descascador é para nozes
chilenas e pecãs, maiores. Não me abati. Com martelo em punho, bati levemente, para não esmagar o fruto. Ledo engano. A nozinha tinha mais mistérios que eu imaginava e uma persistência inacreditável. Eu já não batia levemente, mas com todo o empenho e força que minha irritação permitiam. Consegui quebrar TRÊS. Ajoelhada no chão da sacada, o fiel martelo ao lado, animei-me. Logo percebi, no entanto, que aquelas três seriam a única concessão das macadâmias irascíveis.
Levei-as ao forno, talvez ficasse mais fácil quebrá-las torradas. Deixei 10 minutos, bati e nada. Os vizinhos devem ter imaginado que eu estava derrubando uma parede.
Não me dan
do por vencida, pensei que a Internet poderia me salvar de uma fragorosa derrota.
Descobri
que a macadâmia, cuja arvore é originária da Austrália, é a noz mais dura que existe! E que eu poderia, sim, quebrá-la, desde que comprasse uma máquina (essa coisinha da foto ao lado) que tira a casca de uns 100kg a cada não sei quanto tempo.
Coloquei as teimosinhas em um vidro, já com a medalha de campeãs, e pensei: por que diabos são colocadas à venda em um supermercado se é impossível tirar a maldita casca?
Outro dia vi macadâmias à venda, peladinhas, mas pensei sobre as promessas, os mistérios e os exotismos e saí ligeiro dali. Estou com medo delas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O que é massa aerada

A explicação é do livro "Cozinhar melhor biscoitos e bolachas", da Time-Life Livros, uma compilação de várias obras sobre o temas com dicas importantes sobre a feitura e os tipos de massa. A massa aerada é considerada a mais versátil de todas. Os biscoitos ficam crocantes e farelentos.
O nome aerado se deve ao processo de bater a manteiga com o açúcar, incorporando bolhas de ar na manteiga. A massa aerada não deve ser trabalhada em demasia depois da adição dos ovos e da farinha, pois isso reforçaria o glúten na farinha e produziria biscoitos duros. O uso e o tipo de biscoitos com essa massa dependem da quantidade de farinha, ovos e líquido adicionada à mistura de manteiga e açúcar batidos.

Como fazer raspas de chocolate


Você sempre pode usar o processador de alimentos. Para quem não tiver ou não quiser, segue a dica. Corte a barra em tiras de 5mm (primeira foto ao lado), com uma faca grande e pesada, daquelas de carne. A barra vai se fragmentar. Junte os pedaços e corte no sentido inverso, até obter os pedaços no tamanho desejado (segunda foto). Segure o cabo da faca com uma mão e, com a outra, vá pressionando, como estivesse picando salsinha.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Equivalência de pesos e medidas

Algumas receitas informam as quantidades dos ingredientes em medidas por xícaras e colheres; outras, por peso. Para quem não tem balança de cozinha, isso dificulta bastante a vida.
Eu reproduzo abaixo uma mescla das tabelas de equivalências das coleções “O prazer de cozinhar passo a passo”, edição da Nova Cultural e do Círculo do Livro, e de “A grande cozinha”, da Abril. A primeira eu comprei há muito tempo; quem tiver a oportunidade não deve deixar passar, pois as receitas são excelentes e, de fato, explicadas passo a passo, com muitas fotos. A segunda está sendo vendida em banca, um fascículo por semana. Está no número 10; são 25 ao todo.

Pesos:

Açúcar
1 xícara de chá = 180g
1 copo americano = 200g
1 colher de sopa = 12g

Açúcar de confeiteiro
1 xícara de chá = 140g
1 colher de sopa = 9g

Água, leite, café, etc.
1/3 de xícara de chá = 100g
1 colher de chá = 5g

Arroz
1 xícara de chá = 210g
1 colher de sopa = 13g

Chocolate em pó
1 xícara de chá = 90g
1 colher de sopa = 6g

Chocolate picado
1 xícara de chá = 160g

Farinha de mandioca
1 xícara de chá = 160g
1 colher de sopa = 10g

Farinha de trigo
1 xícara de chá = 120g
1 colher de sopa = 7,5g

Feijão
1 xícara de chá = 150g

Fruta cristalizada
1 xícara de chá = 200g

Maisena
1 xícara de chá = 150g
1 colher de sopa = 9g

Manteiga, margarina ou gordura vegetal
1 xícara de chá = 200g
1 colher de sopa = 14g

Mel
1 xícara de chá = 300g
1 colher de sopa = 19g

Óleo, azeite
1 xícara de chá = 150g
1 colher de sopa = 10g

Parmesão ralado
1 xícara de chá = 80g
1 colher de sopa = 5g

Uva passa
1 xícara de chá = 140g

Volumes:

Uma pitada = 1/8 de colher de chá
1 colher de sopa = 3 colheres de chá
¼ de xícara = 4 colheres de sopa
1/3 de xícara = 5 colheres de sopa mais 1 colher de chá
½ xícara 8 colheres de sopa
1 xícara = 16 colheres de sopa
1 litro = 4 xícaras

Dicas de “A grande cozinha”:
Para medir ingredientes secos, despeje no medidor até ultrapassar um pouco a borda, sem apertar. Em seguida, nivele com uma faca a superfície, deixando-a lisa.

Para medir gorduras, coloque na xícara ou na colher de medida até chegar à borda. Passe a faca para nivelar a superfície.

Os medidores fofos da foto, infelizmente, não me pertencem. Estão à venda no Amazon.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Para não errar o ponto da massa

Algumas marcas de farinha absorvem mais o líquido que outras. Por isso é bom ter cuidado e colocar, em um primeiro momento, um pouco menos de líquido do que indica a receita ou menos farinha, depende do ingrediente que vai primeiro. O que sobrar, junte aos poucos.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Para hidratar carne de soja rapidinho


Para hidratar mais rapidamente a proteína vegetal texturizada (PVT), ou carne de soja, recorra ao microondas. Leve a mesma quantidade de PVT e de água ao microondas por 4 a 7 minutos e está pronto. Para dar mais sabor, coloque alho e uma ou duas folhas de louro

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Muffins, panquecas americanas e waffles


O livro "Not just hamburger", de Virgina Klie, explica por que não bater demais a massa em receitas de muffins, panquecas e waffles. Ao misturar os ingredientes, deve-se fazê-lo com leveza, brevemente, mesmo que esteja empelotada. Bater demais causa o desenvolvimento do glúten da farinha, o que torna o produto final massudo e pesado.

Bolo de coco e cacau sem farinha

Mais uma receita desta obra que eu adoro, o Grande livro de receitas de Claudia . Eu procurava alguma receita para usar uns pacotes de coco ...