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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Confraria Tropical


Calor, muito calor. Aproveitando que moramos em um país tropical, abençoado por deus e bonito por natureza, decidimos fazer uma Confraria especial, com muito frescor.

Tudo leve, colorido, cheiroso e saboroso.

Para dar um toque especial, espalhei frutas e flores (artificiais mesmo) pela mesa e sobre os guardanapos de papel coloridos. Ficou simples, mas fofo. Agora, aguardo que os confrades enviem as receitas, para partilhar com vocês.

 
Guacamole do Gaspar, acompanhado de Doritos. Apimentado, maravilhoso! 
Reparem na decoração...
  
Espetinhos de frutas: uva, kiwi, maçã e banana, com fondues de chocolates branco e preto. Rubi e Carol novamente são unanimidade de público e crítica!


O Leandro é nosso Destaque do Mês. A Betina estava com preguiça, o calor, e tal... Ele não se fez de rogado: apresentou dois pratos! Acima, a torta de maçã deliciosa...


... aqui, um molho de atum frio acompanhado de torradinhas. Original e delicioso.
 Meus blinis com creme de limão, salmão defumado e pera. Lindinhos, né?


Existe algo mais tropical? A Odete nos brindou com este belo aquário de salada de frutas. Vocês não imaginam o perfume...


Por falar em salada... grão-de-bico, ovos de codorna, kani, cenoura, azeitonas... colorida e muito saborosa, a salada do Christian foi aplaudida.


Meu exótico arroz-doce com creme de manga: combinação mais que feliz.

sábado, 10 de outubro de 2009

Profiteroles com calda de chocolate da Betina

Este é outro dos mais votados na Confraria Vive la France! Betina contou que fez testes antes, usou amigos como "cobaias" (eles devem ter reclamado muito hehehe), tudo para não errar na Confraria. O resultado ficou maravilhoso.

Ingredientes:
100 gramas de manteiga
250 ml de água
150 gramas de farinha
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de açúcar
2 ovos


Ingredientes da calda:
200 g de Nescau em pó (não levem a mal a propaganda, mas mudando o achocolatado muda a consistência e não tenho certeza do sucesso da receita. Sem falar na alteração do gosto também)
100 g de manteiga – SEM SAL
1 ovo (inteiro)

1 lata de creme de leite


Para acompanhar/rechear:
sorvete de creme


Modo de fazer a massa:

1. Misture a manteiga e a água e leve ao fogo até levantar fervura, retire do fogo.
2. Agora junte a farinha peneirada o sal e o açúcar e bata até misturar ficar lisa.

3. Retorne a panela ao fogo até a mistura começar a secar e formar uma bola, soltando do fundo da panela. Desligue o fogo e acrescente os ovos aos poucos, misturando e batendo até a pasta engrossar e ficar brilhante.

4. Para fazer as pequenas bombinhas, use um saco de confeiteiro ou um saco plástico de culinária e corte o bico.

5. Unte uma assadeira e deixe-a um tempo na geladeira.

6. Faça pequenos bolinhas, coloque-os na assadeira, afastados um do outro. Elas vão crescer no forno e você não vai querer que elas colem umas nas outras. Pincele o topo de cada uma delas com uma mistura de água e ovo batido e leve ao forno 200 graus por cerca de 20 minutos ou até ficarem douradas como brioches.


Como fazer a calda:

1. Derreta a manteiga até ficar líquida.
2. Depois de derretida, adicione o chocolate em pó, juntamente com o ovo. Misture até formar uma pasta de chocolate.

3. Uma vez, bem misturado, adicione o creme de leite. Mexa bem até ficar uma calda líquida.


Bem, o sorvete é de creme mesmo. Então, cada um pode comprar aquele de que mais gostar ou convier (sim, me referi financeiramente, rsrrs).


Bem galera, era isso. Espero que aproveitem.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Musse de butiá da Ana Silva


Butiá me lembra de cachaça. A associação é imediata, a fruta dispara minha memória olfativa. O cheiro forte, o vidro grande no balcão do boteco, aquelas bolinhas amarelas boiando em um líquido claro. Meu pai era assíduo frequentador de botecos, dois ou três, de amigos, próximos de casa.

Na época, não havia o charme atual, quando botecos tomaram "banho de loja" e viraram moda. O pessoal bebia mesmo daqueles vidros coloridos por frutas e ervas misteriosas que davam sabores e aromas à caninha. Minha irmã e eu íamos junto. Era um lugar familiar. Conversas alegres entre amigos. Nós ali nos empanturrando de merenguinhos coloridos e outros doces que se perderam no tempo. Era o único lugar em que o pai permitia que comêssemos "porcaria" e enchêssemos a cara. Voltávamos para casa bêbadas de refrigerante.

Minha mãe também tinha seus segredos. Na época em que os butiás pesavam nos galhos da vizinhança, ela fazia a infusão na cachaça. Minha irmã e eu, às escondidas, abríamos os vidros. Quase desmaiávamos com o cheiro e uma simples gota daquele líquido parecia que ia fazer nossas gargantas queimar no inferno como castigo pela pequena contravenção. Eu me perguntava por que os adultos gostavam daquilo, se a fruta sozinha era tão mais saborosa.

Meu pai trazia da casa de amigos sacos e sacos de butiá. A mãe separava um tanto para seus vidros de resultados inebriantes. A maior parte comíamos, roendo o caroço para aproveitar toda a polpa, sem deixar um fiapinho. Os carocinhos escuros deixávamos secando ao sol e depois usávamos para brincar, como se fossem contas, moedas, joias, bolitas, o que nossa imaginação demandasse.

Acho muito estranho e quase uma afronta que hoje tenha que comprar certas coisas. Laranja, bergamota, pera, araçá, goiaba, pitanga... butiá. Na fartura da vizinhança de minha infância, bastava destreza para subir no pé ou a boa vontade dos adultos para apanhá-las com varas, dependendo da altura da árvore. Sinto-me lesada quando vejo essas frutas no supermercado à venda, algumas a preços exorbitantes, tidas como exóticas.

Tudo isso me veio à mente quando, há algumas semanas, uma colega de trabalho, a Cida, levou-nos um saco de butiás. Aproveitei para comê-los gelados, saboreando aquele gosto da infância. Também foi a oportunidade para fazer uma receita inventada pela Ana Paula, fã confessa: musse de butiá. A aparência, a consistência, o gosto, a receita é toda ela perfeita. O único porém é a retirada da polpa; raspar o carocinho com uma faca exige paciência, mas vale a pena.

Ingredientes:
30 butiás maduros
1 lata de leite condensado
1 lata ou duas caixinhas de creme de leite
1 limão taiti

Modo de fazer:
1. Com uma faca, pegue os butiás e separe a polpa do caroço (se alguém tiver um método mais eficiente, por favor, avisa!).
2. Liquidifique o butiá. Se ficar muito difícil, junte uma ou duas colheres de água.
3. Passe a polpa por uma peneira, pressionando bem para extrair o máximo de líquido. Reserve.
4. No copo do liquidificador, bata o leite condensado e o creme de leite. Sempre batendo, adicione o limão, que vai dar consistência à musse, e o suco de butiá. Bata até a mistura ficar totalmente homogênea.
5. Coloque em um prato de sobremesa e leve à geladeira. Sirva gelado.

Dica: Você pode levar à geladeira diretamente em tacinhas, em porções individuais.

domingo, 14 de setembro de 2008

Pudim de claras do Nildo

Meu colega Nildo chegou ao trabalho falando da maravilha que ficou o pudim de claras que ele fez. Disse também que, sob protestos da Luana, a filha que estava ansiosa para experimentar, fez com que ela esperasse para tirar fotos da iguaria.
Aí eu sugeri, ou melhor, exigi, que ele enviasse a receita para o blog. É claro que ficou faltando mandar um pedaço, para eu dizer sem dúvida que a receita foi aprovada hehehe. Lindo desse jeito, só pode ter ficado delicioso, vocês não acham? Valeu, Nildo!

Ingredientes:
6 a 8 claras

2 xícaras de açúcar

1 pacote de fermento para bolo
açúcar para caramelizar a fôrma


Modo de fazer:

1. Bata as claras em neve até ficarem firmes.

2. Sempre batendo, acrescente o açúcar.

3. Quando estiver colocando a última porção de açúcar, junte o fermente e bata até que se formem picos no merengue.

4. Caramelize uma fôrma com açúcar.

5. Coloque a massa do pudim na fôrma e leve ao forno preaquecido em temperatura média na grade de cima.

6. Na grade de baixo do forno, coloque uma fôrma com água. Fica assando, em média, de 30 a 40 minutos ou até que o pudim esteja dourado.

7. Desenforme frio.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Pé-de-moleque da Patrícia


Diferentemente do que possa parecer, não desisti de batucar. Os tambores estão um pouco silenciosos porque tenho com um monte de coisas para fazer, no trabalho, fora do trabalho, falta tempo para tudo.
Para completar, estou na terceira semana de uma obra que, acredito, não terá fim. Alguém pode me dizer por que pedreiros, eletricistas e quetais têm tanta resistência em cumprir prazos? Por que eles somem? Por que eles sempre ficam "doentes" no meio da obra?
O fato é que, quando chego em casa, na esperança (completamente irreal) de que tudo esteja pronto, ou pelo menos metade – tá bem, um terço da obra –, abro a porta e... tudo sujo, coberto de poeira, buracos nas paredes.
Meus livros estão amontoados em um canto, protegidos da poeira, na medida do possível. Mas, quando preciso de qualquer coisa, dicionário, manual... impossível achar. Deveria ter feito pilhas em ordem alfabética.
Nesse período, até tentei cozinhar, mas não me ocorreu uma só receita que tivesse como ingrediente cimento ou gesso. A gente vai perdendo a "mão" com o passar do tempo, quando criança, fazia bolo de barro; o princípio deve ser o mesmo, só que agora teria que ser comestível.
























Bem, mas este post não tem como objetivo falar apenas de minhas agruras na área da construção civil. Há muito, muito tempo... em 24 de junho, fizemos uma festa junina no jornal. Cada um levou alguma coisa, comida ou refrigerante (não é de bom tom beber quentão no trabalho, dizem).
A festa tem tido novas adesões a cada ano. Desta vez, havia duas mesas grandes com todo tipo de doce e salgado, dos tradicionais da data até receitas especiais. Eu levei o pão italiano com minha caponata de berinjela que, sem falsa modéstia, é muito boa. Durante umas duas horas, trabalhamos, levantamos, comemos, conversamos, trabalhamos, e assim vamos, até estarmos empanturrados. Afinal, é preciso provar um pouco de tudo.
A minha colega Patrícia levou estes pés de moleque, que ficaram deliciosos, um dos sucessos da noite. A receita segue abaixo. Ah, as fotos são profi, do fotógrafo Fabiano do Amaral. Tirar foto em jornal é isto, serviço de primeira.

Pé-de-moleque com leite condensado
Ingredientes:

3 xícaras (chá) rasas de açúcar

1 colher (sopa) cheia de margarina
2 colheres (sopa) de achocolatado
500g de amendoim cru

1 lata de leite condensado


Modo de fazer:

1. Derreta a margarina e coloque o açúcar, o amendoim e o chocolate.
2. Deixe derreter essa mistura em fogo baixo até amolecer bem a calda, mexendo sempre.
3. Quando estiver bem molinha, acrescente o leite condensado e continue mexendo até soltar da panela.

4. Para fazer os pés-de-moleque, unte com margarina dois tabuleiros grandes e, assim que o doce soltar da panela, coloque pequenas colheradas no tabuleiro. Aí é só esperar esfriar e comer.

domingo, 11 de maio de 2008

Risoto de palmito e requeijão do Gaspar

O Gaspar, que é um moço de fino trato e chique que só, leva risoto na "marmita". Pode? É claro que pode! Eu provei, comprovei que ficou uma delícia, imediatamente peguei a câmera para tirar a foto. Como ele é um fofo, mandou a receita para os colegas que deram uma garfadinha.

"
Pessoas! Faltou registrar a fonte da receita heheheeh veio no saco do arroz arbóreo Blue Ville!
Gaspar

Ingredientes:
2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
60 g manteiga
50 ml de azeite extra virgem
1/2 (meia) cebola picada bem fininha
1/2 (meio) copo de vinho branco seco
6 colheres de requeijão
1 e 1/2 tablete de caldo de legumes dissolvido em 5 xícaras de água fervente
1/2 (meio) vidro de palmito picado
Queijo parmesão ralado
Temperos a gosto (no meu utilizei: louro moído, orégano, alcrim e pimenta-do-reino moída, sobre o risoto pronto coloquei bastante tempero verde)

Preparo
Refogue a cebola com a manteiga e o azeite e acrescente o arroz (mexendo sempre com uma colher de pau). Eu coloquei o orégano, o alecrim, o louro e a pimenta neste momento (não sei se é o correto).. Coloque o vinho branco e o caldo de legumes aos poucos - mexendo levemente até terminar o cozimento (aproximadamente 15'). Quando o arroz estiver al dente retire do fogo e junte o requeijão, o palmito picado, o queijo parmesão e tempero a gosto. Misture bem e deixe repousar alguns minutos antes de servir. Coloquei sobre o arroz o tempero verde.

Bon apetit!"

Valeu, Gaspar!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Panquecas americanas da Betina

A Betina e o Leandro formam um casal muito querido. Entre várias coisas em comum, temos o gosto pela boa comida (bebida, etc.), embora ele agora esteja um chato de regime e só coma maçãs.
Quando a Betina visita a irmã, que mora no Havaí, as panquecas não podem faltar no café da manhã.
Fiquei contente quanto ela fez a receita que postei aqui e disse que ficou igual à da mana. A partir daí, faz as panquecas com freqüência. Em umas dessas vezes, foi muito fofa e mandou uma provinha pra mim. Ela acrescentou essência de baunilha à massa e usou como cobertura a meleca de nega maluca.
Adorei, Betina. Sempre que fizer, pode mandar. E estou esperando aquela receita de frango na cerveja.

Bolo de coco e cacau sem farinha

Mais uma receita desta obra que eu adoro, o Grande livro de receitas de Claudia . Eu procurava alguma receita para usar uns pacotes de coco ...