quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Pêssegos em calda sem aditivos ruins ou sujeiras, segundo o Instituto Pró-Teste


Festas de fim de ano e frutas em calda têm tudo a ver, mas a qualidade muitas vezes deixa a desejar. Por isso achei legal partilhar com vocês estes testes feitos pelo Instituto Pró-Teste com nove marcas de pêssego em calda. Segundo o estudo, dá para comer sem preocupação. Todos se mostraram limpos, sem contaminação microbiológica e sem conservantes ruins para a saúde (como pesticidas).

O melhor desempenho foi o da marca Great Value. No entanto, o Pró-Teste destaca como "escolha certa" o da Neumann, que teria a melhor relação preço/qualidade. As duas marcas não são encontradas na Bahia e em Minas Gerais, onde são recomendadas, então, respectivamente, Carrefour e Olé.

As marcas Embaixador, Oderich, Red Indian e Olé apresentaram erros nas informações nutricionais.
O Pró-Teste destaca que não dá para substituir, no dia-a-dia, a fruta em conserva pela in natura. No processamento, os pêssegos perdem boa parte de suas fibras, devido à retirada da casca. Em relação ao teor de fibras, a média das marcas ficou em 0,7% (o teor médio da fruta fresca é 1,4% em uma porção de 100g). A marca Oderich apresentou inusitados 1,67% de fibras.

Na degustação, os mais apreciados foram Great Value, Cepêra, Fugini e Olé. O menos apreciado foi Red Indian, descrito como "sem sabor, aguado". Ironicamente, esta é a marca mais cara.

2 comentários:

Carmencita disse...

Bom saber, nem sempre o mais caro é o melhor.Bjss

Rosane Vargas disse...

Carmencita, o estudo do Pró-Teste desmentiu a idéia de que o caro é melhor, pelo menos quando se trata de pêssego em calda.

beijos