sábado, 14 de março de 2009

Arroz de aspargos na cerveja


Ultimamente tenho tido tempo e consigo variar mais o cardápio. Minha principal missão é inventar coisinhas gostosas para que a Anaís vá além do indefectível macarrão. Ela adorou este arroz, que fiz com meio vidro de aspargos e uma latinha de cerveja que estavam de bobeira na geladeira.

Servi acompanhado por um frango assado à francesa, cuja receita postarei depois. Espero que vocês gostem, eu achei muito bom.

Ingredientes:
1/2 colher de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem
3 colheres de cebola picada
1 xícara de arroz arbóreo
1/2 xícara de água
1 lata de cerveja
1/2 tablete de caldo de legumes
sal e pimenta-do-reino a gosto
1/2 vidro de aspargos em conserva (cortei cada aspargo em três pedaços)

Modo de fazer:
1. Derreta a manteiga com o azeite. Acrescente a cebola, refogando-a até ficar levemente dourada.
2. Junte o arroz e mexa por um minuto.
3. Acrescente a água e o caldo de legumes e mexa bem.
4. Por fim, coloque a cerveja, o sal e a pimenta moída na hora. Deixe cozinhar em fogo médio, mexendo de quando em quando para não grudar no fundo da panela.
5. Quando o arroz estiver al dente, misture os aspargos, tampe a panela, desligue o fogo e deixe descansar 5 minutos. Está pronto para servir.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Blog maneiro


Recebi este presentinho da amiga blog Sabores de Portugal e Outros Sabores. É bastante lisonjeiro ser lembrada por ela, que tem um blog com receitas maravilhosas.

As regras são as seguintes:

1. Exibir a imagem do selo "Olha Que Blog Maneiro"
2. Postar o link do blog que te indicou
3. Indicar 10 blogs de sua preferência
4. Avisar os indicados
5. Publicar essas regras
6. Conferir se os blogs indicados repassaram o selo junto às regras
7. Enviar sua foto ou a de um amigo para olhaqueblogmaneiro@gmail.com, juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs indicados repassem o selinho "Olha Que Blog Maneiro" e suas regras, corretamente, dentro de alguns dias o blog que os indicou recebe 1 caricatura em P&B- A caricatura só vale se as regras acima forem seguidas.
Eu, assim como várias pessoas que receberam o selo, irei até a regra número 5, pois acho as outras desnecessárias.

Os blogs que indico são os seguintes:
1. Canela Moída
2. Cafezinho das Cinco
3. Cozinha Quente
4. From Our Home to Yours
5. Receitas para Máquina de Fazer Pão
6. Toque Blanche
7. Rosa 147
8. Dizer por Dizer
9. Unir Raças
10. Mundo de Alice

terça-feira, 10 de março de 2009

Omelete de tomate-cereja e brie


Na correria, com geladeira vazia na volta das férias, omelete com salada...

Ingredientes:
2 ovos (dê preferência aos caipiras, além de mais saudáveis, têm uma cor linda)
cinco tomates-cereja cortados ao meio
duas colheres rasas de salsinha picada (se não gostar muito, pode diminuir)
uma fatia de queijo brie ou outro que tenha em casa
pimenta-do-reino moída na hora
sal a gosto

Modo de fazer:
1. Bata os ovos até ficarem bem clarinhos e fofos.
2. Acrescente os outros ingredientes, mexendo delicadamente, para os ovos não baixarem.
3. Coloque em uma frigideira levemente untada, espere ficar dourado de um lado, vire. Doure de outro e está pronto.

Dica: eu comprei uma frigideirinha pequena para omeletes. Na verdade, são duas, acopladas. Faz omelete em porção individual, muito bonitinho. Vou tirar uma foto e postar aqui.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Musse de butiá da Ana Silva


Butiá me lembra de cachaça. A associação é imediata, a fruta dispara minha memória olfativa. O cheiro forte, o vidro grande no balcão do boteco, aquelas bolinhas amarelas boiando em um líquido claro. Meu pai era assíduo frequentador de botecos, dois ou três, de amigos, próximos de casa.

Na época, não havia o charme atual, quando botecos tomaram "banho de loja" e viraram moda. O pessoal bebia mesmo daqueles vidros coloridos por frutas e ervas misteriosas que davam sabores e aromas à caninha. Minha irmã e eu íamos junto. Era um lugar familiar. Conversas alegres entre amigos. Nós ali nos empanturrando de merenguinhos coloridos e outros doces que se perderam no tempo. Era o único lugar em que o pai permitia que comêssemos "porcaria" e enchêssemos a cara. Voltávamos para casa bêbadas de refrigerante.

Minha mãe também tinha seus segredos. Na época em que os butiás pesavam nos galhos da vizinhança, ela fazia a infusão na cachaça. Minha irmã e eu, às escondidas, abríamos os vidros. Quase desmaiávamos com o cheiro e uma simples gota daquele líquido parecia que ia fazer nossas gargantas queimar no inferno como castigo pela pequena contravenção. Eu me perguntava por que os adultos gostavam daquilo, se a fruta sozinha era tão mais saborosa.

Meu pai trazia da casa de amigos sacos e sacos de butiá. A mãe separava um tanto para seus vidros de resultados inebriantes. A maior parte comíamos, roendo o caroço para aproveitar toda a polpa, sem deixar um fiapinho. Os carocinhos escuros deixávamos secando ao sol e depois usávamos para brincar, como se fossem contas, moedas, joias, bolitas, o que nossa imaginação demandasse.

Acho muito estranho e quase uma afronta que hoje tenha que comprar certas coisas. Laranja, bergamota, pera, araçá, goiaba, pitanga... butiá. Na fartura da vizinhança de minha infância, bastava destreza para subir no pé ou a boa vontade dos adultos para apanhá-las com varas, dependendo da altura da árvore. Sinto-me lesada quando vejo essas frutas no supermercado à venda, algumas a preços exorbitantes, tidas como exóticas.

Tudo isso me veio à mente quando, há algumas semanas, uma colega de trabalho, a Cida, levou-nos um saco de butiás. Aproveitei para comê-los gelados, saboreando aquele gosto da infância. Também foi a oportunidade para fazer uma receita inventada pela Ana Paula, fã confessa: musse de butiá. A aparência, a consistência, o gosto, a receita é toda ela perfeita. O único porém é a retirada da polpa; raspar o carocinho com uma faca exige paciência, mas vale a pena.

Ingredientes:
30 butiás maduros
1 lata de leite condensado
1 lata ou duas caixinhas de creme de leite
1 limão taiti

Modo de fazer:
1. Com uma faca, pegue os butiás e separe a polpa do caroço (se alguém tiver um método mais eficiente, por favor, avisa!).
2. Liquidifique o butiá. Se ficar muito difícil, junte uma ou duas colheres de água.
3. Passe a polpa por uma peneira, pressionando bem para extrair o máximo de líquido. Reserve.
4. No copo do liquidificador, bata o leite condensado e o creme de leite. Sempre batendo, adicione o limão, que vai dar consistência à musse, e o suco de butiá. Bata até a mistura ficar totalmente homogênea.
5. Coloque em um prato de sobremesa e leve à geladeira. Sirva gelado.

Dica: Você pode levar à geladeira diretamente em tacinhas, em porções individuais.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Pão com sardinha – Receitinha de férias


Nas férias, a gente adora comer coisas boas, mas também adora ter tempo livre pra fazer nada. Eu fiz este pão em um desses momentos de preguiça inspiradora e fome devoradora.

Ingredientes:
1 pão frances de 1/4 de quilo
2 latas de sardinha
1 celoba média picada
2 tomates picados
salsinha picada a gosto
4 colheres de sopa de azeite de oliva
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de fazer:
1. Corte o pão ao meio no sentido do comprimento e reserve.
2. Escorra a sardinha, retire as espinhas.
3. Em um prato, esmague a sardinha com um garfo e mistures os outros ingredientes.
4. Recheie o pão com a mistura. Amarre com uma tira de salsinha e leve ao forno médio por 10 a 15 minutos ou até o pão ficar levemente crocante. Cuidado para não ficar torrado. Corte as fatias e sirva quente ou frio.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Safra de morangos e a plantação da família


Nada do que eu plante cresce. Minha irmã, ao contrário, tem a chamada "mão boa". Pois ela plantou, em um área minúscula, ao lado da janela, algumas mudas de morango. E já começou a colheita. São muito saborosos e já têm destino garantido, a pancinha do neto dela hehehehe.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Micro-ondas: ravióli de espinafre com cogumelos

Há pessoas que detestam micro-ondas, outras apenas o suportam e utilizam no máximo para aquecer alguma coisa. Eu, ao contrário, adoro tecnologia e acho que ela tem ser aproveitada para facilitar a vida, sem preconceitos (embora eu não negue que tenha os meus).

Venho fazendo pequenos experimentos no micro-ondas, alguns com resultados constrangedores, outros bem satisfatórios. Neste último grupo estão estes raviólis. A ideia surgiu da inegável preferência da Anaís por massas e de um molho de espinafre que estava na gaveta debaixo da geladeira, murchinho, tristonho, pensando que seu destinho seria a lixeira.

Ingredientes para o molho:

2 colheres de azeite

1 cebola média bem picada

4 tomates grandes maduros bem picados

1 folha de louro

1/2 xícara de água

1/2 colher de sobremesa de estragão seco (se preferir, use manjericã
o)
sal e pimenta-do-reino a gosto


Ingredientes para recheio

2 colheres de sopa de azeite

3 dentes de alho bem picados

6 ou 7 cogumelos paris frescos bem picados (cerca de 80g)

1 molho espinafre
n
oz-moscada a gosto (ralada na hora)

1 colheres de farinha de farelo de arroz integral torrada ou farinha de rosca

sal a gosto


Ingredientes para montar o ravióli
1/2 pacote de massa fresca para lasanha que não precise de precozimento (mais ou menos 250g)

1 ovo batido


Modo de fazer o molho
1. Doure levemente a cebola no azeite.
2. Acrescente os tomates, mantendo o fogo baixo. Quando eles estivem moles, acrescente a água.

3. Quando a fervura estiver alta, junte os temperos. Deixe uns dois minutos e desligue.


Modo de fazer o recheio

1. Doure levemente o alho no azeite.

2. Acrescente o cogumelo, mexa e deixe amaciar um pouquinho.

3. Junte o espinafre, lavado e com as folhas picadas.

4. Quando o
espinafre tiver murchado, junte a noz-moscada, a farinha e o sal.

Montagem

1. Em uma superfície lisa e levemente enfarinhada, abra metade da massa de lasanha.

2. Coloque sobre ela montinhos de recheio e pincele, com o ovo, linhas em torno desses montinhos. Isso fará com que a massa não "descole" no cozimento.

3. Sobreponha a outra metade da massa à que j
á está na mesa com o recheio. Aperte bem no local onde foi pincelado, para as massas grudarem.
4. Corte em retângulos.

5. Em um refratário, coloque uma parte do molho de tomate, quente. Coloque sobre os raviólis e cubra com bastante molho.
Importante: não coloque um ravióli sobre o outro, porque gruda no cozimento. Aconteceu comigo!

6. Leve ao micro-ondas, em potência máxima, por 7 minutos. Verifique se já está cozido. Se não, deixe m
ais alguns minutos. Sirva quente.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sobre as qualidades de um bom confeiteiro, segundo Leonardo da Vinci

Neste post, falei sobre livros que comprei na Feira do Livro de Porto Alegre em 2007. Estou devendo as compras de 2008. Destaquei "Os cadernos de cozinha de Leonardo da Vinci", que encontrei, em edição esgotada, em um sebo. Há controvérsias sobre a autenticidade da autoria do livro, mas não existe qualquer dúvida sobre quão saboroso é o texto, com opiniões bastante interessantes e divertidas, para nossos olhos contemporâneos, sobre gastronomia e costumes na Renascença.

Destaco este apontamento, no capítulo Conselhos e Observações, intitulado "Sobre as qualidades de um bom confeiteiro". O velho Leonardo se surpreenderia com a confeitaria atual e certamente se cansaria bem menos.

"Em primeiro lugar, deve tratar-se de um homem, já que uma mulher não poderá erguer grandes quantidades de marzipã.

Em segundo, deve ser limpo, já que notar a sujeira do confeiteiro é muito desagradável para aqueles que estão para provar suas criações. Tampouco deve ter cabelo comprido, pois pode transferir alguns deles a seus confeitos.


Finalmente, deve ter estudos de arquitetura, já que, carecendo de conhecimentos sobre resistências e pesos, não poderá realizar suas criações de modo que não caiam."

sábado, 20 de dezembro de 2008

Confraria no Natal – Tortinhas de massa filo com ganache de chocolate com pimenta

Está chegando o Natal. Eu não sou religiosa, nem espiritual nem coisa parecida, mas gosto de bom papo e comida boa. As festas de fim de ano são propícias a ambos. Nossa confraria, ainda sem nome, reuniu-se para comemorar a data. Fiz uma decoração especial, cada um trouxe uma comida bacana. Como sempre, comemos, bebemos e conversamos muito. Amigos são o que há de bom na vida, não é?
Bem, para a ocasião, eu fiz meu panetone salgado, um grande sucesso. E fica bom mesmo. Eu queria, além disso, um doce com cara de Natal. Descartei o panetone, pois a Ana trouxe um e o Rubi, um chocotone. Dei uma pesquisada, mas, como estava sem tempo, acabei por aproveitar umas forminhas de massa filo que eu havia assado com outra finalidade. Não vou ser falsamente modesta: ficaram lindos, deliciosos e com a cara do Natal.
Estou esperando que a Odete e o Gaspar mandem suas receitas para postar.


Ingredientes para a massa:
1 pacote de massa filo descongelada em temperatura ambiente
1/2 xícara de manteiga derretida para pincelar a massa (quantia aproximada)

Ingredientes para a ganache:
250g de chocolate meio amargo
100g de chocolate ao leite
1 lata de creme de leite com soro (usei um caixinha de 200g, creme de leite UHT)

1/2 xícara de vinho do Porto
2 colheres de sopa de pimenta-rosa
cerejas frescas para decorar


Modo de fazer a massa:
1. Corte a massa em quadrados de 7cm.
2. Para cada tortinha, você vai precisar de dois quadrados. Pegue um deles, pincel a manteiga derretida e cubra com o segundo quadrado, cuidando para as pontas fiquem desencontradas (isso dá um bonito efeito de pontas).
3. Coloque a massa em forminhas de empada, pressionando no fundo e nas laterais. Não precisa untar.
4. Leve ao forno preaquecido a 150º. Estarão prontas quando a massa estiver levemente dourada.
5. Quando estiverem mornas, desenforme.

Modo de fazer a ganache:
1. Derreta o chocolate em banho-maria ou no microondas (deixe 40s, tire e mexa; se não estiver derretido, deixe mais 20s).
2. Junte ao chocolate derretido a caixa de creme de leite, o vinho do Porto e a pimenta (esfregue a pimenta nas mãos, grosseiramente, para liberar o aroma e o sabor).
3. Deixe e esfriar e leve à geladeira.

Montagem:
1. Quando a ganache estiver gelada, use-a para rechear as tortinhas, com o auxílio de uma colher de chá (de duas a três colheres por tortinha).
2. Para finalizar, decore com uma cereja.

Dica: você pode deixar as tortinhas assadas, guardadas em um vidro bem fechado, por até um mês. Recheie na hora de servir.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Pêssegos em calda sem aditivos ruins ou sujeiras, segundo o Instituto Pró-Teste


Festas de fim de ano e frutas em calda têm tudo a ver, mas a qualidade muitas vezes deixa a desejar. Por isso achei legal partilhar com vocês estes testes feitos pelo Instituto Pró-Teste com nove marcas de pêssego em calda. Segundo o estudo, dá para comer sem preocupação. Todos se mostraram limpos, sem contaminação microbiológica e sem conservantes ruins para a saúde (como pesticidas).

O melhor desempenho foi o da marca Great Value. No entanto, o Pró-Teste destaca como "escolha certa" o da Neumann, que teria a melhor relação preço/qualidade. As duas marcas não são encontradas na Bahia e em Minas Gerais, onde são recomendadas, então, respectivamente, Carrefour e Olé.

As marcas Embaixador, Oderich, Red Indian e Olé apresentaram erros nas informações nutricionais.
O Pró-Teste destaca que não dá para substituir, no dia-a-dia, a fruta em conserva pela in natura. No processamento, os pêssegos perdem boa parte de suas fibras, devido à retirada da casca. Em relação ao teor de fibras, a média das marcas ficou em 0,7% (o teor médio da fruta fresca é 1,4% em uma porção de 100g). A marca Oderich apresentou inusitados 1,67% de fibras.

Na degustação, os mais apreciados foram Great Value, Cepêra, Fugini e Olé. O menos apreciado foi Red Indian, descrito como "sem sabor, aguado". Ironicamente, esta é a marca mais cara.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Salada de chuchu cru, passas e iogurte

Quem me falou sobre uma salada de chuchu cru foi a Carla, jornalista de Pernambuco. Ela adora e aprendeu no livro de saladas do restaurante Celeiro, do Rio. Achei a receita na internet, mas eu não tinha os ingredientes. Daí que fiz uma salada com o que tinha em casa. Ficou muito saborosa e refrescante, ideal para estes dias quentes de Porto Alegre.

Ingredientes:
1 chuchu médio ralado no ralo grosso
1/2 colher de sopa de sal marinho (dá para usar o comum)
2 colheres rasas de passas de uva branca
2 colheres cheias de iogurte natural gelado
1 colher de sobremesa de limão

Modo de fazer:
1. Misture o chuchu e o sal, coloque em uma peneira e deixar escorrer por uma hora para desidratar. Eu deixei na geladeira, assim já ficava gelado.
2. Lave o chuchu em água corrente para tirar o excesso de sal. Esprema bem (na peneira mesmo, pressione o chuchu com as costas de uma colher; sai todo o líquido em excesso).
3. Misture o chuchu com o iogurte, as passas e o suco de limão. Veja se está bom de sal.
4. Sirva imediatamente. Como eu levei na minha marmitinha para o almoço, deixei o limão para colocar na hora.

Bolo de coco e cacau sem farinha

Mais uma receita desta obra que eu adoro, o Grande livro de receitas de Claudia . Eu procurava alguma receita para usar uns pacotes de coco ...