sábado, 25 de outubro de 2008

Dia Mundial do Macarrão – Espaguete mediterrâneo

Como parece ser o lema da Anaís, todo dia é dia de massa. Mas hoje é mais dia que os outros. Desde 1995, 25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão. A data foi escolhida durante o 1º Congresso Mundial da Pasta, realizado em Roma naquele ano. Segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Massa Alimentícia (Abima), o Brasil é terceiro maior produtor de macarrão do mundo.

Em homenagem ao Dia Mundial deste que é o campeão na preferência aqui em casa, vou postar uma receita de que gostamos muito (claro, é massa + cogumelos). Comi há anos em um restaurante aqui de Porto Alegre, o Atelier de Massas. Adorei. Em casa, pensei: eu posso fazer. E fiz. E ficou muuuito bom.

Anos depois, pedi a mesma massa no Atelier e, em vez da sálvia, veio com salsinha. Eu perguntei o motivo da troca do ingrediente. Imaginei que salsa deve ter mais aceitação pela média dos clientes, uma vez que a sálvia não é, digamos, uma unanimidade. O garçom foi até a cozinha pe, para minha surpresa, quando voltou me informou que a receita sempre havia sido assim, segundo o chef e segundo ele mesmo, garçom, que também não se lembrava de haverem coloca sálvia naquele prato.

Pois aí vai a minha receita, com toda a sálvia a que tenho direito!

Espaguete mediterrâneo
200g de espaguete (usei um de arroz para experimentar; achei bem gostoso)
1 colher bem cheia de manteiga
3 colheres de azeite de oliva extravirgem
3 dentes grandes de alho fatiados
1/2 pimentão vermelho cortado em quadrados
1/2 pimentão amarelo cortado em quadrados
1/2 pimentão verde cortado em quadrados
10 cogumelos paris frescos (os maiores que encontrar)
4 colheres de sopa de vinho branco seco
6 folhas grandes de sálvia fresca picada não muito pequeno
2 colheres de sopa de salsinha picada (minha concessão ao chef hehehe)
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de fazer:
1. Coloque uns dois litros de água para ferver com um pouco de sal. Enquanto isso...
2. Em uma frigideira, derreta a manteiga com o azeite e doure levemente o alho. Bem levemente mesmo.
3. Junte os cogumelos, e dê uma rápida refogada. Rápida mesmo.
4. Agora, agregue os pimentões e o vinho branco. Mexa sempre.
5. Quando o vinho tiver evaporado um pouco, junte o sal, a sálvia e salsinha. Dê umas mexidinhas só para incorporar e desligue o fogo.
6. Polvilhe com a pimenta e sirva.

domingo, 19 de outubro de 2008

Cenoura e nabo à moda macrobiótica

Durante um longo tempo, fui macrobiótica. Na minha opinião, não há dieta melhor, mas tem que ser seguida direitinho, senão dá muito errado. Enquanto morava com minha mãe, ela preparava tudo, aprendeu essa nova maneira de cozinhar, fazia marmitinhas com as quantidades certinhas.
Eu era uma bóia-fria no restaurante universitário, pois não havia facilidades como microondas. Lá estava eu, feliz da vida, com minhas porções de arroz integral, raízes e oleaginosas. Tudo frio, mas para mim, maravilhoso.

Esta receita é um clássico. Fácil de fazer e muito saborosa. Para mim, com cara de faculdade, bons papos em longos almoços sentada na grama do Parque da Redenção, amigos queridos que se perderam no tempo e, principalmente, carinho de mãe.

Ingredientes:
2 colheres de óleo de uva ou gergelim

2 cenouras médias
2 nabos redondos

2 colheres de sobremes de shoyo

2 colheres de sopa de semente de gergelim


Modo de fazer:

1. Corte os nabos e as cenouras em fatias.

2. Em uma frigideira, aqueça o óleo e coloque a cenoura e o nabo. Vá mexendo para não queimar e cozinhar de maneira homogênea. Quando estiverem macios, mas crocantes, acrescente o shoyo, mexa e desligue.

3. Em outra frigideira, toste o gergelim. Basta colocar as sementes, em fogo baixo. Sugiro tampar, pois elas pulam como pipoca. Sacuda a frigideira constantemente. Deixe bem pouco tempo. Espere as sementes pararem de pular e confira se estão tostadas.

4. Cubra a cenoura e o nabo com o gergelim e sirva.

domingo, 5 de outubro de 2008

Na hora do aperto? Parafuso com cogumelo


Há períodos em que a Anaís só quer comer macarrão. E não adianta fazer coisas diferentes, coloridas, gostosas. Ela só quer massa.
Outro dia, janta pronta, mesa posta, ela me olha, vai até a cozinha, tira um pacote de massa do armário e coloca em cima do fogão. Mais direta impossível. Vi o que tinha na geladeira, que fosse bem rápido, para o molho.

Esta receita, obviamente, serve uma pessoa. Especificamente, aquela pessoa chamada Anaís...

Ingredientes:

100g de massa tipo parafuso

2 colheres de sopa de azeite de oliva

1 cebola pequena em rodelas

uns 4 cogumelos paris frescos (se forem muito pequenos, pode colocar mais)
2 colheres de shoyu (de preferência, sem açúcar)

pimenta-do-reino a gosto

1 colher bem cheia de salsinha picada
queijo ralado a gosto


Modo de fazer:

1. Ponha 1 litro de água para ferver com uma pitada de sal. Quando ferver, coloque a massa.


Prepare o molho:

1. Aqueça o azeite e refogue a cebola (não deixe dourar).
2. Acrescente o cogumelo fatiado, o shoyu e a pimenta.

3. Quando o cogumelo estiver macio, desligue o fogo, acrescente a salsinha.

4. Mistue a massa escorrida ao molho e polvilhe com queijo ralado na hora.


Dica: como tinha shoyu, dispensei o sal. Prove e veja se está ao seu gosto.
Bom apetite!

domingo, 14 de setembro de 2008

Pudim de claras do Nildo

Meu colega Nildo chegou ao trabalho falando da maravilha que ficou o pudim de claras que ele fez. Disse também que, sob protestos da Luana, a filha que estava ansiosa para experimentar, fez com que ela esperasse para tirar fotos da iguaria.
Aí eu sugeri, ou melhor, exigi, que ele enviasse a receita para o blog. É claro que ficou faltando mandar um pedaço, para eu dizer sem dúvida que a receita foi aprovada hehehe. Lindo desse jeito, só pode ter ficado delicioso, vocês não acham? Valeu, Nildo!

Ingredientes:
6 a 8 claras

2 xícaras de açúcar

1 pacote de fermento para bolo
açúcar para caramelizar a fôrma


Modo de fazer:

1. Bata as claras em neve até ficarem firmes.

2. Sempre batendo, acrescente o açúcar.

3. Quando estiver colocando a última porção de açúcar, junte o fermente e bata até que se formem picos no merengue.

4. Caramelize uma fôrma com açúcar.

5. Coloque a massa do pudim na fôrma e leve ao forno preaquecido em temperatura média na grade de cima.

6. Na grade de baixo do forno, coloque uma fôrma com água. Fica assando, em média, de 30 a 40 minutos ou até que o pudim esteja dourado.

7. Desenforme frio.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Festa de aniversário 3 – Pãozinho de espinafre e açafrão

Volto à festa (vocês ainda terão que agüentar muitas menções ao "evento"). Sempre faço pãezinhos, que sirvo com patês. Como já escrevi aqui, mexer com massas é umas das minhas paixões na cozinha. Gosto mais ainda de inventar minhas receitas. Este pão, fica com uma massa, sem falsa modéstia, maravilhosa, muito boa de moldar. Dá para fazer vários formatos.

Ingredientes:
450g de farinha branca
1 colher de sopa de fermento biológico instantâneo
3 colheres de sopa de espinafre desidratado em pó (ou 1 de chá de açafrão
em pó)
1 ovo

1 xícara de água morna
50g de manteiga

Modo de fazer:
1. Peneire a farinha, o fermento e o espinafre (ou açafrão) em pó juntos.
2. Coloque essa mistura na bacia da batedeira junto com o ovo e a água. Bata bem.
3. Acrescente a manteiga e bata até obter uma massa bem homogênea.

4. Em uma superfície enfarinhada, sove a massa por uns 5 minutos.
5. Coloque a massa em um tigela untada com um pouco de óleo, vire a massa, cubra com um plástico e deixe descansar por 1 hora e meia.
6. Sove a massa novamente na superfície com pouca farinha por uns 5 minutos.
7. Faça pãezinhos com a massa e deixe crescer por meia hora.
8. Leve ao forno preaquecido em 250 graus até a parte debaixo dos pães ficar levemente dourada.

Dica 1: fiz pãezinhos de 20g cada.

Dica 2: se não tiver açafrão, dá para usar cúrcuma, só que em maior quantidade (tente uma colher de sopa, se a cor não ficar interessante, acrescente mais).


terça-feira, 22 de julho de 2008

Pé-de-moleque da Patrícia


Diferentemente do que possa parecer, não desisti de batucar. Os tambores estão um pouco silenciosos porque tenho com um monte de coisas para fazer, no trabalho, fora do trabalho, falta tempo para tudo.
Para completar, estou na terceira semana de uma obra que, acredito, não terá fim. Alguém pode me dizer por que pedreiros, eletricistas e quetais têm tanta resistência em cumprir prazos? Por que eles somem? Por que eles sempre ficam "doentes" no meio da obra?
O fato é que, quando chego em casa, na esperança (completamente irreal) de que tudo esteja pronto, ou pelo menos metade – tá bem, um terço da obra –, abro a porta e... tudo sujo, coberto de poeira, buracos nas paredes.
Meus livros estão amontoados em um canto, protegidos da poeira, na medida do possível. Mas, quando preciso de qualquer coisa, dicionário, manual... impossível achar. Deveria ter feito pilhas em ordem alfabética.
Nesse período, até tentei cozinhar, mas não me ocorreu uma só receita que tivesse como ingrediente cimento ou gesso. A gente vai perdendo a "mão" com o passar do tempo, quando criança, fazia bolo de barro; o princípio deve ser o mesmo, só que agora teria que ser comestível.
























Bem, mas este post não tem como objetivo falar apenas de minhas agruras na área da construção civil. Há muito, muito tempo... em 24 de junho, fizemos uma festa junina no jornal. Cada um levou alguma coisa, comida ou refrigerante (não é de bom tom beber quentão no trabalho, dizem).
A festa tem tido novas adesões a cada ano. Desta vez, havia duas mesas grandes com todo tipo de doce e salgado, dos tradicionais da data até receitas especiais. Eu levei o pão italiano com minha caponata de berinjela que, sem falsa modéstia, é muito boa. Durante umas duas horas, trabalhamos, levantamos, comemos, conversamos, trabalhamos, e assim vamos, até estarmos empanturrados. Afinal, é preciso provar um pouco de tudo.
A minha colega Patrícia levou estes pés de moleque, que ficaram deliciosos, um dos sucessos da noite. A receita segue abaixo. Ah, as fotos são profi, do fotógrafo Fabiano do Amaral. Tirar foto em jornal é isto, serviço de primeira.

Pé-de-moleque com leite condensado
Ingredientes:

3 xícaras (chá) rasas de açúcar

1 colher (sopa) cheia de margarina
2 colheres (sopa) de achocolatado
500g de amendoim cru

1 lata de leite condensado


Modo de fazer:

1. Derreta a margarina e coloque o açúcar, o amendoim e o chocolate.
2. Deixe derreter essa mistura em fogo baixo até amolecer bem a calda, mexendo sempre.
3. Quando estiver bem molinha, acrescente o leite condensado e continue mexendo até soltar da panela.

4. Para fazer os pés-de-moleque, unte com margarina dois tabuleiros grandes e, assim que o doce soltar da panela, coloque pequenas colheradas no tabuleiro. Aí é só esperar esfriar e comer.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Festa de aniversário 2 – Trufas francesas

Acho trufa um doce lindo. Refiro-me à trufa original, não os bombons que costumam levar esse nome. Gosto do doce de massa macia, saborizada com essências, bebidas, cobertas com cacau. A trufa foi criada na França e tem esse nome e o formato, não muito uniforme, para lembrar a outra trufa, o fungo. Procurei bastante e encontrei esta receita na internet. Troquei o creme de leite em lata por creme de leite fresco (nata). Ficou saborosíssimo. Publico agora, pois foi um pedido de algumas das gurias que vieram ao chá de aniversário.

Ingredientes:
290g de nata fresca
1 colher de sopa de mel
400g de chocolate ao leite
250g de chocolate meio amargo

Modo de fazer:
1. Coloque uma panela no fogo em banho-maria. Quando a água ferver, colocar na panela de cima o creme de leite e o mel. Mexa bem até ficar líquido.
2. Tire a panela de dentro da água, acrescente os chocolates picados e leve novamente ao fogo.
3. Quando o chocolate começar a derreter, desligue o fogo e mexa bem até ficar uma massa homogênea.
4. Quando baixar o vapor, acrescente, se quiser, bebidas e frutas secas (primeiro a bebida, depois as frutas).
5. Coloque a massa em uma tigela. Quando esfriar, leve à geladeira. A receita original indicava o tempo mínimo de 24 horas de geladeira. Neste nosso tempo frio do sul, em 6 horas já estava no ponto.
6. Neste momento, você molda as trufas. Eu usei duas colheres de chá, modelando grosseiramente. Afinal, não queria ter bolinhas como resultado.
7. Quem quiser pode banhar as trufas em chocolate derretido. Também pesquisando na internet, vi um comentário da Nina Moori, do blog Gourmandise, que explicava que esse "banho" é para dar durabilidade, mas não é da receita original. Optei por não banhar em chocolate. Passei em cacau em pó (cacau mesmo, não achocolatado).
8. Pode-se guardar por até 4 meses. Eu deixei fora da geladeria, pois está frio aqui. No calor, é melhor deixar na geladeira até servir.

Dicas para incrementar as trufas:
Eu fiz duas receitas e dividi em quatro potes diferentes. Em cada um, dei um toque especial. Aí vão as sugestões:
1. Lá no ponto 4 do modo de fazer, acrescentei 20ml de conhaque.
2. No ponto 4, acrescentei 20ml de licor de apricot.
3. Novamente, no ponto 4, acrescentei 20ml de conhaque e em torno de 100g de damasco seco picado.
4. Sempre no ponto 4: acrescentei 20ml de rum e 5 colheres de sopa de passas de uva.

domingo, 15 de junho de 2008

Eba! Festa de aniversário! Primeira receita: estrogonofe de nozes à minha moda


Fiz aniversário no final de maio, mas só neste último sábado recebi as amigas para uma festinha. Todo ano, convido as gurias, preparo os petiscos, as bebidas. Acho que vai faltar comida, que não acertarei o ponto de alguma coisa, que isso ficou muito salgado, aquilo insosso, ou doce demais, ou de menos.
Confesso que me toma bastante tempo, mas não abro mão.

Muitas pessoas preferem fazer o aniversário em um bar ou restaurante, no estilo "de adesões", dá para convidar mais pessoas, etc. Eu acho legal. No entanto, prefiro ainda à moda antiga, preparar tudo em casa.
Não tenho muita louca nem espaço, algumas pessoas sentaram em um colch
ão que improvisei no chão da sala com uma colcha. A Patrícia, mais prevenida, trouxe a própria almofada. Pratos e copos não eram padronizados.
Enfim, não foi um exemplo de elegância.
Mas no final, tudo deu certo, a comida, sem falsa humildade, ficou ótima, as bebidas também. Acho que as gurias saíram satisfeitas, principalmente com o papo, que foi até tarde e divertidíssimo – e isso é o mais importante.
Um grande beijo às que compareceram, apesar o frio e da ameaça de chuva. Agora, é só esperar 2009!

Hoje, levei um prato que sobrou do estrogonofe de nozes para o jornal e algumas pessoas pediram a receita. Então, será a primeira da festa que coloco no blog.
Vi o estronofe em vários blogs. Na maioria, levava ovo. Eu não gosto muito de merengue sem cozimento. Procurei, procurei e decidi fazer um à minha moda. Adorei.
Rende cerca de 60 copinhos tipo de cafezinho. Dá para reduzir a receita.


Ingredientes:
2 latas de leite condensado
4 caixinhas de creme de leite (200ml cada)
400g de nozes (usei chilenas, mas dá podem ser pecãs)

Modo de fazer:
1. Coloque as latas de leite condensado na panela de pressão, cobertas com água. Depois que começar a dar pressão, deixe por 40 minutos. O resultado será quase um doce de leite.
2. Deixe o leite condensado esfriar antes de abrir a lata para evitar acidentes.
3. Misture o leite condensado com o creme de leite. Se ficar muito difícil, pois o leite condensado está bem consistente, misture no processador. Foi o que fiz.
4. Junte as nozes picadas (não moídas). Dá para usar o processador, mas não use a teclar ligar, use a pulsar, apertando e soltando, senão vira farinha. Outro jeito é colocar as nozes em um saco e bater com uma lata de compota fechada ou com o rolo de macarrão.
5. Depois de tudo misturado, leve à geladeira por umas três horas.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Encontro de Lulus – Minissanduíches de pão de centeio e chester


Faz um tempão que escrevi aqui sobre uma reunião de amigas na minha casa. O tempo passou, e esqueci-me de dar as outras receitas.
Hoje, passo a de pãezinhos de centeio e uma sugestão de sanduichinhos.


Ingredientes para os pãezinhos:
250g de farinha branca
250g de farinha de centeio fina
1 colher de sopa de fermento biológico instantâneo

1 colher de chá de sal

1 colher de sopa rasa de açúcar mascavo

5 colheres de sopa de azeite de oliva ou óleo de sua preferência

1 1/4 de água morna

Ingredientes do recheio:
1 embalagem de cream cheese (pode-se usar a versão light)

250g de peito de chester fatiado
pepininhos em conserva para decorar
sal (opcional)


Modo de fazer os pãezinhos:

1. Misture em uma tigela as farinhas, o fermento, o sal e o açúcar mascavo.

2. Junte o azeite e misture até formar uma farofa.

3. Acrescente a água aos poucos, até obter uma massa não muito macia, que solte das mãos.

4. Deixe crescer por cerca de duas horas, coberto por um plástico.

5. Sove a massa em uma superfície enfarinhada por cerca de 5 minutos. A massa ficará mais macia.

6. Modele os pãezinhos e deixe crescer por uma hora.

7. Leve ao forno preaquecido a 200 graus até assar.


Montagem:

1. Se achar necessário, coloque um pouco de sal no cream cheese.

2. Corte os pães ao meio, passe uma colher de sobremesa de cream chesse, coloque uma tirinha de chester e feche.

3. Finalize com uma rodela de pepino e um palitinho. Se tiver palitos mais bonitinhos, fica melhor ainda.

domingo, 1 de junho de 2008

Frango com rúcula

Depois de tantas receitas vegetarianas, que tal comer um franguinho?
Esta é de uma edição especial da revista Saúde É Vital. Fácil, fácil e muito gostosa.

Ingredientes:
1 colher de sopa de azeite de oliva
2 bifes de frango altos
sal e pimenta a gosto
1/4 de copo de vinho branco seco
1 maço grande de rúcula picada

Modo de fazer:
1. Aqueça o azeite em uma frigideira e doure os bifes temperados na hora com o sal e a pimenta. Cuide para que a carne fique cozida, mas não seca.
2. Retire os bifes da frigideira e reserve.
3. Derrame o vinho na frigideira e mexa.4.
4. Acrescente a rúcula e refogue até murchar um pouco.
5. Despeje esse molho sobre os bifes e sirva.

Bolo de coco e cacau sem farinha

Mais uma receita desta obra que eu adoro, o Grande livro de receitas de Claudia . Eu procurava alguma receita para usar uns pacotes de coco ...